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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O JOGO, POSIÇÃO POR POSIÇÃO

Ótima matária postada no blog rebote, vale a pena ler....



Na véspera do confronto entre Brasil e Argentina nas oitavas de final, convido os amigos a dar uma olhada na comparação dos elencos, posição por posição. Imaginando que o Magnano vá de Alex, e que o Hernández vá de Oberto, fiz aqui os seguintes paralelos:


O brasileiro é o líder do Mundial em assistências; o argentino vem logo atrás. A disputa entre os dois vai ser fundamental para ver quem dita o ritmo do jogo dentro da quadra.

Com a responsabilidade de substituir Ginóbili, o ala argentino não chega a brilhar, mas atravessa uma fase melhor que a do adversário, que ainda deve uma grande atuação.

Alex vinha fazendo um torneio ruim, mas cresceu na última partida. Jasen, jogado na equipe titular para substituir Andres Nocioni, vem tendo performances muito discretas.

Aqui está um confronto fundamental. Varejão é ótimo, mas ainda se recupera de sua lesão. Em contrapartida, Scola está voando e é o melhor jogador do Mundial até agora.

Não sei se Oberto sai como titular, mas, se estiver bem, vai jogar mais que González. De uma forma ou de outra, Tiago Splitter leva uma boa vantagem neste confronto de pivôs.

Se Kammerichs não estivesse tão inoperante e Marcelinho não estivesse tão decisivo, a vantagem seria deles. Era um ponto fraco do Brasil, mas vejo aqui um certo equilíbrio.

Magnano é mais técnico e tem resultados melhores, mas Hernández trabalha há mais tempo com esse grupo. Os dois se conhecem e vão para o jogo em pé de igualdade.

É claro que esta é só uma comparação por posições, pode não refletir sequer quem vai marcar quem – acho que Alex pega Delfino, Leandrinho pega Jasen, e Huertas pega Prigioni. Varejão e Splitter devem se revezar com Scola, dependendo da hora do jogo. As comparações dão em empate, mas a fase estupenda de Scola e o bom entrosamento entre o elenco e o treinador dão aos argentinos um leve favoritismo. Concorda? Diga aí.

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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

MEIA DÚZIA DE PALPITES - AS OITAVAS DE FINAL FICAM ASSIM:



Sábado:
12h - Sérvia x Croácia
15h - Espanha x Grécia

Domingo:
12h - Eslovênia x Austrália
15h - Turquia x França

Segunda:
12h - EUA x Angola
15h - Rússia x Nova Zelândia

Terça:
12h - Lituânia x China
15h - Argentina x Brasil



Ainda vamos falar muito sobre Brasil x Argentina nos próximos dias. Mas vale também dar uma olhada nos outros confrontos das oitavas. Tirando o duelo entre espanhóis e gregos, que envolve uma boa rivalidade, todos os outros me parecem ter um favorito destacado. Vai ser difícil pintar zebra por agora.

1) Espanha x Grécia – Apesar dos tropeços, ainda acho que atual campeã passa. A Grécia ainda não convenceu no Mundial, e ainda tem a suspeita de ter relaxado contra a Rússia para evitar o cruzamento com a Espanha. Não adiantou, porque a França perdeu para a Nova Zelândia, e temos aí a reedição da final de 2006 - também sem Gasol.

2) Sérvia x Croácia – É um duelo bacana, mas não acho que a Croácia vai ter muita chance. Os sérvios têm muito mais qualidade e, salvo uma zebra (tipo a da Alemanha na primeira fase), devem ir às quartas sem problemas.

3) Eslovênia x Austrália – Mais um confronto com favorito claro. Apesar de os australianos terem aprontado algumas surpresas na primeira fase, a Eslovênia me parece ter muito mais técnica e força (nós sentimos isso na pele, por sinal).

4) Turquia x França – É difícil saber quando os franceses vão ser geniais e quando vão ser uns bondes. Contra o invicto time da casa, vai ficar complicado para eles.

5) Estados Unidos x Angola – Vai ser um massacre, só isso.

6) Rússia x Nova Zelândia – Mesmo sem brilhar, é inegável que a Rússia tem mais time que os neozelandeses. Vai avançar para fazer o clássico da Guerra Fria nas quartas.

Opa, acabou a meia dúzia, mas ainda falta um confronto. Então vamos ao sétimo:

7) Lituânia x China – Para falar a verdade, nem precisava do sétimo tópico, né. É contra os lituanos que nós vamos medir forças se passarmos pelo desafio da Argentina.

Fonte: blog rebote
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BRASIL FESTEJA CONFIANÇA, FIM DE TABU E TEMPO PARA RECUPERAR VAREJÃO



AFP

Varejão quer aproveitar folga na tabela para se recuperar de lesão no tornozelo


Murilo Garavello
Em Istambul (Turquia)


“Ganhamos de um europeu, hein? Agora tem que botar lá, hein?”. Ao passar pelos jornalistas, a caminho do vestiário, Marcelinho Machado festejava o fim do tabu de nove jogos e oito anos sem vitórias sobre seleções europeias em competições oficiais. Rubén Magnano enaltecia o “alimento à confiança” do triunfo sobre “um rival difícil”. Já Varejão comemorava a folga que terá para tratar o tornozelo. Um dia depois de uma derrota sofrida contra a Eslovênia a seleção brasileira de basquete encontrou motivos de sobra para comemorar.

BRASIL VENCE E ENFRENTA A ARGENTINA

  • Após duas derrotas seguidas, o Brasil conseguiu uma convincente vitória sobre a Croácia por 92 a 74. O resultado rompe um tabu de oito anos sem triunfos sobre europeus em competições da Fiba.Terceira colocada do grupo B, a seleção brasileira terá como adversária nas oitavas a Argentina, que terminou a primeira fase em segundo do grupo A.

“Disse aos jogadores que nós não podemos voltar a perder por pouco”, disse Magnano. “O Brasil precisava de um jogo como esse, contra equipe tão forte, para alimentar a confiança. Essa vitória de hoje nos alimentou a confiança para ir para frente”.

Marcelinho Machado estava claramente aliviado pela vitória sobre uma seleção europeia. “A gente precisava dessa vitória. Várias vezes a gente jogou contra europeu de igual para igual e perdeu. Vamos para próxima fase com moral. Passamos por uma equipe boa”, festejou o ala, que não pôde estar presente ao aniversário do filho Gustavo.

“Só falei com ele pelo vídeo. Estou no meu final de carreira na seleção. Na verdade, estou no meu final de carreira. Mas estou aproveitando cada um desses momentos aqui”, disse o ala, que teve atuação decisiva no segundo quarto, anotando 14 pontos e ajudando o Brasil a abrir vantagem sobre a Croácia –ele terminou como o cestinha brasileiro, com 18.

Leandrinho, por sua vez, não mostrou entusiasmo pela vitória. “A cabeça fica boa. Mas a gente sempre confiou um no outro. A gente sabe do nosso potencial”, disse o ala, que pela primeira vez na competição atuou melhor no segundo do que no primeiro tempo –fez 10 pontos na segunda parte, sete na primeira.

Para Anderson Varejão, a vitória não tem significado especial. “Num campeonato em que você tem jogo todos os dias, ganhando ou perdendo você tem que esquecer”. O pivô, líder em rebotes do Brasil no jogo, com 12, festeja, mesmo, o tempo para recuperar o tornozelo direito ainda machucado. Se tivesse perdido, o Brasil jogaria no sábado, contra a Sérvia. Como venceu, pega a Argentina na terça-feira, às 15h do horário de Brasília.

“Vou poder ter mais três ou quatro dias de tratamento no meu pé. Perco no quesito ritmo de jogo, mas acho que vale a pena”, disse o pivô, que admitiu que “no ataque ainda falta um pouquinho. Errei duas bolinhas ridículas”, apontou –na segunda delas, apanhou o rebote e fez um passe acompanhado de careta de irritação com o erro bobo para Huertas. O banco brasileiro levantou-se e aplaudiu o esforço do pivô.

Marcelinho também lembrou de Varejão ao comemorar o descanso. “É importante que a gente tenha esse tempo para ele estar em um percentual superior neste jogo”.

Além de Varejão, o técnico Magnano comemora também o tempo de descanso para outros jogadores do elenco. “É sumamente importante levando em conta quantos minutos estão jogando nossos jogadores”.


Fonte: uol basquete

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quinta-feira, 2 de setembro de 2010

RUBÉN MAGNANO: ‘A VITÓRIA ALIMENTA A CONFIANÇA PARA OLHAREM PARA FRENTE’



Técnico já pensa no duelo das oitavas de final, contra o país onde nasceu

Por Danielle Rocha Direto de Istambul, Turquia
Fonte: globo.com

Durante os 40 minutos de partida contra a Croácia, Rubén Magnano jogou junto. Atravessou a linha lateral algumas vezes para poder ver e orientar melhor seus atletas. Gritou, cantou jogadas na defesa e no ataque. Exigiu seriedade até o fim, mesmo quando a diferença já rodava na casa dos 20 pontos. Já parecia pensar na Argentina e sabia que a seleção precisava de uma atuação firme, de uma vitória inconstestável sobre um adversário forte, para acreditar que pode ir longe no Mundial da Turquia.

- A vitória sobre a Croácia alimentou a confiança para olharem para frente. Falo com eles que precisam ter objetivos altos e não medianos. O Brasil precisava de um jogo como este, contra uma equipe cheia de história, para alimentar a confiança – afirmou o treinador.

A confiança ficou abalada depois que a vitória sobre os Estados Unidos escorreu por entre os dedos, no fim da partida, que acabou sendo vencida por Kevin Durant & Cia por apenas dois pontos. Contra Eslovênia, perdia por 17 pontos, teve força para encostar no placar, mas de novo não teve calma para virar e ganhar.

- Nós não podemos nos acostumar a perder de pouco. Temos que voltar a ganhar jogos difíceis como esse.

Na terça-feira, terá outro. E dos bons, contra a Argentina, seleção do país onde ele nasceu e cuja geração mais vitoriosa ele ajudou a formar.

- Vai ser um fato curioso na minha vida esportiva porque, há alguns meses, era completamente impensável jogar contra a Argentina, já que eu ainda não era o técnico do Brasil. Conheço todos muito bem. Eles têm talento e qualidade individual e é difícil saber onde o Scola vai estar – diz o treinador, referindo-se ao pivô, que vem sendo o melhor jogador do Mundial até agora.
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BRASIL VENCE E MARCA O DUELO COM A ARGENTINA NO DIA DA INDEPENDÊNCIA


Seleção vence a Croácia com autoridade e ganha quatro dias de descanso antes de enfrentar os hermanos na terça-feira, na fase de oitavas de final

Por Danielle Rocha Direto de Istambul, Turquia

Fonte: globo.com


Marcelinho Machado, Mundial de basquete. Brasil X Croácia

Marcelinho foi o cestinha do Brasil (Foto: Reuters)

Desta vez, o Brasil deixou a montanha-russa passar e não embarcou nela. O máximo de altos e baixos que a equipe permitiu foi um 7 a 0 para abrir o jogo e um 0-8 na sequência. Dali em diante, dominou a Croácia de forma exemplar, venceu com autoridade por 92 a 74 e, como prêmio, ganhou quatro dias de descanso antes das oitavas de final. É bom descansar mesmo, porque o adversário de terça-feira será a arquirrival Argentina, com o pivô Luis Scola voando. Em pleno feriado do Dia da Independência, a seleção brasileira joga seu futuro no Mundial de Basquete.

Com a vitória desta quinta, o Brasil ficou em terceiro lugar no grupo B e jogou a Croácia para quarto, deixando os europeus no jogo de sábado, contra a Sérvia, com apenas um dia de folga. Os EUA, em primeiro, pegam Angola, e a Eslovênia, vice-líder, pega a Austrália.

O técnico argentino Rubén Magnano tem agora a missão de enfrentar seu país nas oitavas. Na fase de amistosos, ele perdeu. Desta vez, a vitória vale muito mais. Se ganhar o duelo, o Brasil enfrenta o vencedor de Lituânia x China. Nas semifinais, pode cruzar de novo com os Estados Unidos, que enfrentam Angola nas oitavas e o vencedor de Rússia x Nova Zelândia nas quartas.

- Hoje a gente não deu a mínima chance para eles. Marcamos forte na defesa, não demos espaço e isso foi chave para abrir a vantagem e depois administrar o resultado - afirmou Huertas.

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Alex e Splitter sobem para disputar a bola na partida desta quinta, contra a Croácia (Foto: Agência Reuters)

Após a decepção da derrota para os eslovenos na véspera, a seleção brasileira entrou determinada a garantir o resultado, sem essa de escolher adversário na próxima fase. Os destaques do time foram os dois craques do NBB: Marcelinho, com 18 pontos, e Alex, com 15. Com direito ao presidente da liga, Kouros Monadjemi, na arquibancada, os dois foram fundamentais para abrir uma vantagem segura no placar. Leandrinho fez 17, e Anderson Varejão contribuiu com 12 rebotes.

Com a mira torta, os croatas não encontraram resposta para o ataque brasileiro. A batalha dos rebotes também foi desigual: 39 a 28. O cestinha da equipe europeia foi Popovic, com 15 pontos.

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Leandrinho parte para cima dos croatas: o ala fez
17 pontos na partida (Foto: agência Reuters)

Equilíbrio, só no início

Com pouco mais de dois minutos de jogo, o técnico Josip Vrankovic se viu obrigado a queimar um pedido de tempo. Um Brasil mordido, precisando vencer para recuperar a autoestima e ganhar quatro dias de descanso, fez 7 a 0. Depois da chamada e do susto, o adversário colocou a cabeça no lugar, emplacou oito pontos seguidos e roubou a liderança no marcador. Permaneceu com ela por menos de um minuto, quando Alex se apresentou e mostrou que a mão estava boa da linha dos três. Comandada por ele, a seleção respirou e só deixou os croatas incomodarem de novo no finzinho do primeiro quarto: 22 a 19.

Nada que outro arremesso longo de Alex não pudesse resolver. A vontade era tanta que, no ímpeto de recuperar uma bola, ele acabou se chocando com Marcelo Huertas e deixou o armador no chão. Foi a senha para Magnano colocar Nezinho em quadra, preocupado com o pé direito de seu capitão. Alarme falso. A essa altura, o outro Marcelinho da equipe tratava de tornar a caminhada mais tranquila. Machado era o nome repetido com mais frequência pelo locutor. Anotou 14 dos 26 pontos da seleção no período e desestabilizou a defesa croata. Lá na frente, o time europeu também não se acertava. Só no primeiro tempo chutou 17 vezes do perímetro e teve sucesso em apenas seis. Desperdiçava bandejas e lances livres. Via o Brasil jogar. E perdia por 48 a 35.

basquete mundial varejão brasil croácia cheerleaders

Com as cheerleaders ao fundo, Varejão observa o jogo contra os croatas nesta quinta (Foto: Reuters)

Seguiu assim. Para Magnano, não importava se o adversário já tinha se rendido. Ele seguia em pé, à frente do banco brasileiro, jogando junto. Cantava o posicionamento defensivo e exigia empenho no ataque. Comemorava uma cesta de Alex, num contra-ataque mortal. A Croácia ficou mais de quatro minutos sem pontuar e deixou a porta aberta em seu garrafão. Apesar da facilidade, o ritmo se mantinha. A seriedade também. Varejão, quando perdia uma cesta, se cobrava por isso. Com esse espírito, Brasil 72 a 50 na virada para o último quarto.

Já pensando no confronto com a Argentina, Magnano aproveitou o último quarto para dar descanso a seus titulares e rodagem aos reservas. Chamava Marcelinho para uma orientação ao pé do ouvido, sinalizava a posição onde Nezinho deveria estar e andava de um lado para o outro. Com o banco calado, Popovic fazia a sua parte para diminuir o prejuízo e perder de menos. Já era tarde, com a vitória brasileira garantida.

BRASIL: Huertas (7 pontos), Leandrinho (17), Alex (15), Varejão (2 + 12 rebotes), Splitter (6), Marcelinho Machado (18), Nezinho (0), Murilo (7), Guilherme Giovannoni (12), JP Batista (6), Marquinhos (2).

CROÁCIA: Popovic (15), Loncar (12), Andric (11), Bogdanovic (10), Ukic (4), Kus (4), Tomas (9), Planinic (3), Tomic (2), Banic (4).

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BRASIL VENCE CROÁCIA E ENFRENTA A ARGENTINA
















A seleção brasileira masculina adulta enfrenta a Argentina (2ºA), na terça-feira (07 de setembro) pelas oitavas de final do Campeonato Mundial da Turquia. Na última rodada da fase de classificação, o Brasil venceu a Croácia por 92 a 74 (48 a 35 no primeiro tempo). Os cestinhas da partida foram Marcelinho Machado e Leandrinho Barbosa, com 18 e 17 pontos, respectivamente. O principal pontuador da equipe croata foi Popovic, com 15 pontos. Nos outros confrontos da chave, os Estados Unidos derrotaram venceu a Tunísia por 92 a 57 e a Eslovênia venceu o Irã por 65 a 60. Com oito pontos (três vitórias e duas derrotas), a equipe nacional encerrou a primeira fase em terceiro lugar do grupo, atrás de americanos e eslovenos.

"Jogar bem é sempre bom. Pensamos o tempo inteiro em ganhar e conseguimos uma vitória importante. Chegamos à fase de mata-mata com confiança e a equipe está de parabéns", comentou Marcelinho Machado, cestinha do jogo com 18 pontos.

"Iniciamos a partida muito concentrados, com uma defesa forte e jogo de transição rápido. É assim que temos que jogar, com uma defesa consistente e usando todos os jogadores no ataque", declarou o ala Alex Garcia.

"Começamos bem, com uma postura diferente da partida contra a Eslovênia. Apertamos na marcação e minamos as principais armas deles. Agora é pensar na Argentina. Vamos ver o que o mestre Rubén Magnano prepara para vencermos os argentinos e o Scola, um dos pivôs mais decisivos do campeonato", disse o armador Marcelinho Huertas.

"Fizemos uma boa partida, mas ainda temos jogo para melhorar. O grupo tá crescendo e vamos para as oitavas confiantes contra a Argentina. Teremos quatro dias importantes para pensar na partida e principalmente, recuperar o Varejão, que jogou bem hoje e é um jogador muito importante para o grupo", concluiu Leandrinho Barbosa, que anotou 17 pontos.

BRASIL (22 + 26 + 24 + 20 = 92)
9. Marcelo Huertas (7pts e 6 assistências), 10. Leandrinho (17), 8. Alex (15),11. Anderson (2 e 12 rebotes) e 15. Tiago (6).Entraram: 12. Guilherme (12), 5. Nezinho (0), 4. Marcelo Machado (18) , 14. Marquinhos (2), 13. JP Batista (6), 6. Murilo (7). Técnico: Rubén Magnano.

CROÁCIA (19 + 16 + 15 + 24 = 74)
4. Ukic (4),9. Tomas (9), 7. Bogdanovic (10), 15. Andric (11) e 11. Tomic (2). Entraram: 10. Planinic (3),13.Banic (4), 5. Kus (4), 6. Popovic (15) e 12. Loncar (12). Técnico: Josip Vrankovic.

Fonte: databasket
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OS EXECUTORES (OU A FALTA DELES)




Ontem o Fábio Balassiano colocou no ar um levantamento mostrando como o Brasil vem tendo dificuldades nos últimos anos para vencer partidas decididas por pequena diferença de pontos. E isso foi antes da derrota para a Eslovênia, ou seja, aconteceu mais uma vez. Além da questão psicológica apontada pelo Bala, eu queria colocar na mesa uma outra tese para ver o que vocês acham: o Brasil tem dificuldades para decidir confrontos no fim porque não tem jogadores com essa característica de "executor". Ou seja, o que os gringos chamam de clutch player, o cara que vai botar a bola embaixo do braço e fazer a cesta da vitória com certa frequência. Acostumado a isso.

Veja bem, isso nem é uma crítica, é só uma constatação. Existem outras seleções por aí que também não têm "executores" natos e dependem muito do jogo coletivo para construir suas vitórias – talvez Grécia e Sérvia sejam bons exemplos. Nossos jogadores da NBA cumprem nos EUA funções de coadjuvantes e não estão acostumados a decidir jogos. Nem mesmo Tiago Splitter, o melhor de todos, tem o perfil de botar o time nas costas e meter 30 pontos num jogo, como faz seu correspondente argentino, Luis Scola. São atletas diferentes, cada um com seu valor.

Vejo um monte de gente chamando Leandrinho de amarelão, dizendo que ele pipoca na hora H. É claro que a gente gostaria de vê-lo metendo uma bola atrás da outra no último quarto. Mas pensando bem, se essa não é a rotina dele ao longo do ano, por que a gente parte do princípio que ele vai fazer isso com a camisa da seleção? Se fizer (como faz Scola), ótimo, vira gênio. Se não fizer, cá entre nós, não parece normal? Numa Copa América da vida, tudo bem, até faz. Contra EUA ou Eslovênia, o buraco é mais embaixo.

Talvez o único no nosso elenco com esse perfil definidor seja o tão apedrejado Marcelinho Machado, que costuma decidir – e muito – no clube, mas na seleção assume um papel diferente. E nós somos os primeiros a dizer que o Marcelinho da seleção precisa chutar menos e se colocar num papel mais modesto. Até acho que precisa mesmo. Mas aí caímos nesse problema: não temos um "executor" e precisamos construir nossas vitórias torcendo para que elas não dependam de alguém fazendo 30 pontos ou de um arremesso no estouro do relógio.

Ora bolas, o Brasil não perdeu para a Eslovênia nas falhas ofensivas do último quarto. Perdeu porque defendeu mal e, principalmente, perdeu no apagão do segundo período, quando tomou 14 pontos seguidos. Ali, foi jogado no fundo do poço, e passou o resto do tempo correndo atrás de um adversário de bom nível. Era óbvio que, no fim da partida, nós estaríamos mais estragados que eles, no físico e no mental. E se já não temos "executores", imagina nessa situação. É por isso que às vezes me pergunto se, ao tratar uma derrota para a Eslovênia de forma apocalíptica, não estamos cobrando um passo além do tamanho da nossa perna. O que você acha? Diga aí.

Fonte: blog rebote
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VALE QUATRO DIAS DE DESCANSO




A seleção brasileira chega à última rodada da primeira fase do Mundial com um lamento a fazer. Sem chances de ficar em primeiro ou segundo no grupo B, vai pegar Argentina ou Sérvia nas oitavas de final, isso já é fato. Nem sei quem eu prefiro, são duas pedreiras cruéis. Não tem essa de "é melhor ganhar ou perder da Croácia hoje?", porque hermanos e sérvios são igualmente perigosos. Ainda assim, a vitória de hoje, às 15h30, é fundamental para o Brasil, por um simples motivo. Se perdermos, disputamos as oitavas logo no sábado. Se ganharmos, o próximo jogo será apenas na terça-feira! Ou seja: seriam quatro dias de descanso, um presente dos céus para deixar Anderson Varejão em boas condições. Ou alguém aí tem dúvidas de que vamos precisar dele?

Chances de vitória do Brasil:
65%. Apesar da pane de ontem, o Brasil tem mais time que a Croácia. Mas isso não garante vitória, ainda mais valendo posição no grupo. Tem tudo para ser equilibrado.

O que eu espero da seleção:
Mais consistência psicológica. Apagões como o do segundo quarto contra a Eslovênia podem ser fatais. Ficar correndo atrás do rival no placar desgasta o corpo e a cabeça.

Olho no brasileiro: Tiago Splitter
Ainda é nosso melhor jogador no Mundial, mas pecou muito no primeiro tempo contra os eslovenos, principalmente na defesa, o seu forte. Precisa retomar o alto nível em quadra.

Olho no croata: Ante Tomic
Se o iraniano Hadadi e o esloveno Brezec fizeram estragos no nosso garrafão, é bom prestar atenção em Tomic, de 2,17m, maior reboteiro e terceiro cestinha da equipe.

Olho em outros jogos de quarta:
Argentina x Sérvia (13h), define nosso adversário nas oitavas, então, claro, vai receber atenção especial. Mas quase tudo hoje é crucial para definir posições. Não perca nada.

E você? O que espera do último dia da primeira fase? O Brasil passa pelos croatas?

Fonte: blog rebote
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BRASIL E CROÁCIA TENTAM EVITAR "APAGÕES" EM DUELO PELO TERCEIRO LUGAR


É muito semelhante o discurso dos jogadores de Brasil e Croácia, seleções que duelam às 15h30 desta quinta-feira pelo terceiro lugar do Grupo B: ambos querem evitar “apagões” exibidos, curiosamente, contra a Eslovênia, que venceu os dois jogos e terminará na segunda posição da chave.

A Croácia começou o jogo contra os eslovenos com muita consistência e controlou o placar durante todo o primeiro tempo. Perdeu o terceiro quarto por 11 pontos e viu a Eslovênia administrar sua vantagem.

O “apagão” brasileiro aconteceu no segundo quarto, quando os eslovenos emplacaram uma sequência de 14 a 0. Dominaram o jogo até o fim, não deixando mais o Brasil passar à frente no placar.

“Num Mundial não pode existir a possibilidade de um time fazer 14 a 0. Depois fica muito difícil voltar, o outro time pega moral e é difícil tirá-lo da zona de conforto”, diz Leandrinho. “Quando se começa atrás, o desgaste físico para você voltar à partida é muito grande”, diz Marcelinho Huertas.

O armador croata Marko Popovic, exímio chutador de três pontos que começa na reserva e assume o controle do jogo quando entra na partida, concorda com os brasileiros. “Não podemos repetir o erro que cometemos contra a Eslovênia, quando jogamos só durante um período do jogo. Precisamos atuar os 40 minutos com o mesmo nível de energia”.

Fonte: uol basquete
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LEANDRINHO BRILHA NO INÍCIO, MAS DESPENCA NOS FINS DE JOGO DO MUNDIAL


Há dois Leandrinhos com desempenhos bem diferentes no Mundial da Turquia. Um, rápido, cheio de energia, preciso nos arremessos, uma referência no ataque e na defesa para a seleção. Outro, precipitado, com a mira falha e menos efetivo na marcação. Para azar da seleção, este segundo tem aparecido na etapa decisiva das partidas.

PONTOS DE LEANDRINHO NO MUNDIAL

Adversário 1ª tempo 2º tempo
IRÃ 7 6
TUNÍSIA 16 5
EUA 8 6
ESLOVÊNIA 8 4

A queda, evidente em quadra, é flagrada com precisão pelos números. Nos quatro jogos do Brasil, ele fez em média 9,8 pontos no primeiro tempo. No segundo, o número despenca para 4,8 por jogo.

E Leandrinho não converte menos pontos porque diminui o número de arremessos. No total, foi à cesta 28 vezes nas primeiras metades das partidas, e 29 nas segundas etapas. A diferença é o aproveitamento: 60% no começo dos jogos, 24% nos finais.

ARREMESSOS CERTOS/TOTAL

Adversário 1ª tempo 2º tempo
IRÃ 3/5 (60%) 2/5 (40%)
TUNÍSIA 7/8 (88%) 1/3 (33%)
EUA 3/7 (43%) 2/11 (18%)
ESLOVÊNIA 4/8 (50%) 2/10 (20%)

O jogador não sabe apontar um motivo para a queda de rendimento no fim do jogo. "A marcação é muito forte em cima de mim. Eles tentam me tirar do sério, me tirar da minha zona de conforto, evitar que eu jogue do jeito que eu gosto mais. Mas isso é durante o jogo inteiro", disse Leandrinho após um treino de arremessos nesta quinta. "Eu preciso trabalhar ainda mais para melhorar isso".

No Mundial, só há um jogador que roubou mais bolas do que o brasileiro. O marfinense Mouloukou Diabate soma 12 desarmes em quatro jogos. Até mesmo nesta estatística defensiva Leandrinho registra um desempenho pior nos momentos decisivos do jogo, o brasileiro vê roubou 11 –sete delas na primeira etapa.

Como os dois primeiros jogos do Brasil foram relativamente fáceis, o armador, que atua há seis anos na NBA não precisou assumir o papel de carregar o time nos momentos decisivos do jogo. Entretanto, contra EUA e Eslovênia, essa queda no desempenho de Leandrinho tem relação direta com as derrotas brasileiras.

ROUBADAS DE BOLA

Adversário 1ª tempo 2º tempo
IRÃ 0 0
TUNÍSIA 2 2
EUA 3 1
ESLOVÊNIA 2 1

Contra os EUA, em que foi o grande líder brasileiro no jogo, até por ser o jogador mais conhecido pelos americanos, Leandrinho errou nove arremessos de três pontos na segunda etapa –acertou só um. No último quarto, de uma assistência e fez dois pontos. Em compensação, errou três arremessos, dois deles nos últimos 1min32s de jogo –inclusive a tentativa final de levar a partida para a prorrogação.

Já na partida de quarta-feira contra a Eslovênia, o desempenho no quarto decisivo foi ainda pior. Após marcar os dois primeiros pontos para o Brasil no quarto, em arremesso, Leandrinho só pontuou em uma bandeja de contra-ataque, a 7min23s do fim. Errou cinco arremessos e uma bandeja. Ou seja, seis tentativas. Quatro delas, nos últimos 4min35s de jogo, quando a partida estava equilibrada.

"Ontem pequei várias vezes contra a Eslovênia, não fiz uma boa partida", reconheceu o brasileiro. "Foi difícil para dormir. Sou muito crítico, me cobro muito. Mas temos que esquecer pra hoje fazer uma boa partida", disse, em referência ao duelo contra a Croácia, às 15h30.


Fonte: uol basquete

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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

BRASIL PAGA CARO POR PANE NO SEGUNDO QUARTO E TOMBA DIANTE DOS ESLOVENOS


Derrota nesta quarta-feira tira da seleção a chance de ficar em segundo lugar no grupo B; agora resta ganhar da Croácia para garantir a terceira colocação

O golpe no segundo quarto foi daqueles que mandam um time para o fundo do poço. Sem defesa e sem ataque, o Brasil viu a Eslovênia fazer 14 pontos seguidos e, apático, não esboçou resposta. Dali em diante, a seleção de Rubén Magnano juntou os cacos e se dedicou à missão de voltar à superfície. Era uma viagem longa. Nas costas de Marcelinho e Splitter, o fantástico quarto período chegou a cortar a diferença para dois. Na hora de decidir, bateu na trave. De novo. Com a derrota por 80 a 77, escorreu pelos dedos a chance de terminar em segundo lugar no grupo B do Mundial.

Anderson Varejão, seleção Basquete do Brasil. MundialVarejão jogou pela primeira vez no Mundial, mas não foi o bastante para o Brasil vencer (Foto: Reuters)

Agora resta à seleção vencer a Croácia na quinta-feira, às 15h30m, para tentar a terceira colocação da chave. Se perder, avança em quarto para as oitavas de final e pode enfrentar a Argentina logo na estreia do mata-mata.

Marcelinho foi o cestinha do time de branco, com 20 pontos, boa parte deles na reação do último período - ele acertou quatro bolas de três. Splitter veio em seguida com 19 pontos e quatro rebotes. Anderson Varejão jogou pela primeira vez no Mundial e, em vez dos prometidos 15 minutos, atuou por 23. Ainda sem ritmo, anotou quatro pontos e quatro rebotes.

Pelo lado esloveno, o nome do jogo foi o armador Lakovic, que ditou a cadência o tempo todo e terminou com 20 pontos. O pivô Primoz Brezec brilhou no início e anotou 16. Bostjan Nachbar cresceu no decorrer da partida e registrou 15, além de quatro rebotes.

O Brasil vinha de uma atuação espetacular contra os Estados Unidos, quando perdeu por apenas dois pontos, mas levou um choque de realidade no primeiro tempo nesta quarta-feira. Mal na defesa e no ataque, foi para o intervalo perdendo por 14 e precisou suar muito a camisa para equilibrar as ações na segunda metade. Não deu.

Leandrinho na partida do Brasil contra a Eslovênia no mundialLeandrinho foi mal na fase decisiva da partida e
não levou o Brasil à vitória (Foto: Reuters)

Defesa some no primeiro tempo

O gigante Brezec apontou o caminho e seus companheiros seguiram. Os oito primeiros pontos da Eslovênia, marcados pelo pivô, foram embaixo da cesta. O garrafão brasileiro não conseguiu se fechar como habitualmente vinha fazendo. Os homens altos da equipe adversária e até o armador Dragic não precisaram forçar arremessos. Os pontos se concentravam ali, pertinho do local guardado por Splitter e Marquinhos. Ainda assim, o Brasil conseguia equilibrar as ações e tinha em Leandrinho e Tiago suas principais opções ofensivas.

A 2m55s do fim do primeiro quarto, Rubén Magnano deu um descanso ao pivô e chamou Anderson Varejão para fazer sua estreia no campeonato. Não adiantou muito. Ele também não conseguiu conter o ímpeto dos rivais, que viraram o primeiro quarto vencendo por 20 a 18.

O Brasil piscou e, quando viu, a Eslovênia já tinha emplacado 14 a 0 para abrir o segundo período. Sem ritmo, Anderson cometeu duas faltas seguidas e esbravejou com o juiz. A porta do garrafão do time europeu estava fechada para ele. Atenção especial foi dedicada a Leandrinho. Sempre que ele recebia a bola, encontrava três marcadores à frente. Sem encontrar espaços, restava a linha de três. Por lá também não havia muita facilidade, e os cinco tiros do primeiro tempo bateram fora do alvo. A marcação brasileira não funcionava, e no ataque só Splitter pontuava, com 14.

Nos rebotes, um abismo: Eslovênia 17 a 9. Foi assim, com defesa sólida e ataque veloz, que a equipe europeia abriu a confortável vantagem de 14 pontos na saída para o intervalo: 44 a 30.

Alex na partida do Brasil no basqueteAlex Garcia sofre para passar por um marcador esloveno: o ala teve atuação razoável (Foto: Reuters)

Em menos de dois minutos, o que era tranquilidade para os eslovenos começou a virar preocupação. O Brasil voltou com uma defesa mais agressiva, preciso nos chutes longos e atento nas antecipações. Os 17 pontos viraram nove, e o técnico Mehmed Becirovic pediu tempo para tentar frear a reação. Seus comandados voltaram a imprimir um ritmo forte, e foi aí que Alex chamou a responsabilidade e resolveu passar pelos grandalhões na marra, cortando de novo para oito. A esperança durou pouco. A seleção se empenhava, Magnano fazia rotações, Anderson brigava como se não tivesse dores no tornozelo e o protegia quando era necessário. Mas o outro lado não esmorecia. Na virada para os últimos dez minutos, a diferença era ainda maior: 67 a 51.

Lakovic Eslovênia Splitter BrasilLakovic foi o destaque da Eslovênia (Foto: Reuters)

Se estava difícil se aproximar da cesta, Marcelinho resolveu apostar em sua especialidade quando a diferença subia para 17. Com arremessos longos, reacendeu a esperança do time que, àquela altura, tinha Nezinho na armação. A Eslovênia começava a errar, o Brasil a se aproximar (70 a 61) e Marcelinho a incomodar (70 a 66). Agora era a equipe de branco quem dava as cartas. Fez 17 a 3 (70 a 68) no período e seguiu acreditando. A diferença chegou a cair para apenas dois pontos, mas não foi o bastante. Duas bolas de três de Lakovic fizeram a Eslovênia respirar. Logo em seguida, o Brasil desperdiçou dois ataques consecutivos, além de um lance livre, e deixou escapar o seu terceiro triunfo no Mundial. Pagou caro por uma pane que tinha acontecido lá atrás, antes da saída para o intervalo.

BRASIL: Huertas (8 pontos), Leandrinho (12), Alex (9), Marquinhos (0), Tiago Splitter (19). Entraram: Marcelinho Machado (20), Nezinho (0), Varejão (4), Guilherme (5).

ESLOVÊNIA: Lakovic (20), Dragic (10), Brezec (16), Becirovic (6), Slokar (5). Entraram: Nachbar (15), Zupan (2), Vidmar (6).

Fonte> globo.com
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

BRASIL E EUA SE ENFRENTAM NESTA 2ªFEIRA ÀS 15h30


Depois de duas vitórias consecutivas contra Irã e Tunísia, a seleção brasileira adulta masculina, patrocinada pela Eletrobras, enfrenta nesta 2ªfeira (30) os Estados Unidos, às 15h30 (21h30 hora local), na Arena Abdi Ýpekçiv, em partida válida pela terceira rodada do Grupo “B” do Mundial da categoria. SPORTV, SPORTV HD, TV Esporte Interativo, BandSports e ESPN Brasil transmitem ao vivo.

O técnico Rubén Magnano fala da expectativa da disputa contra os norte-americanos.

— Poucas vezes vi uma equipe dos Estados Unidos tão comprometida como esta e isso é tão importante quanto a qualidade técnica do grupo. Eles são muito rápidos e teremos que jogar com inteligência — comentou o técnico Rubén Magnano.

Leandrinho Barbosa, cestinha com 21 pontos no jogo contra a Tunísia, destaca o ponto forte dos Estados Unidos e o que os brasileiros terão que fazer para levar mais uma vitória.

— O ponto forte da equipe americana é o contra-ataque, que é muito veloz. Vamos ser inteligentes e não dar tantas oportunidades. Os americanos são muito atléticos. A gente sabe que tem que ser muito inteligente no ataque para não dar o contra-ataque para eles, que é o que eles têm de melhor até agora— disse Leandrinho.

O pivô Tiago Splitter fala do próximo compromisso contra os EUA.

— É um jogo importante e a gente sabe da dificuldade do jogo. Vamos tentar fazer o melhor jogo possível e tentar fazer com que os americanos não joguem cômodos dentro da quadra. Vamos ter que tentar voltar rápido, parar esse contra-ataque e cadenciar a bola. O mais importante é ter paciência no ataque para não deixar que eles tenham muitas possibilidades de meter pontos — analisou Tiago.

No domingo (29), O Brasil derrotou a Tunísia (80 a 65); os Estados Unidos bateram a Eslovênia (99 a 77) e os croatas venceram o Irã (75 a 54). No sábado (28), os Estados Unidos venceram os croatas (107 a 68) e a Eslovênia derrotou a Tunísia (80 a 56). A terceira rodada do Mundial tem 12 partidas nesta segunda-feira (30), com todas as 24 seleções em quadra.

Brasil e Estados Unidos estão no grupo “B”. Depois, os brasileiros enfrentam ainda pela fase de classificação Eslovênia (1º) e Croácia (2). Os quatro melhores se classificam para as oitavas de final do Mundial e cruzam com as equipes do grupo “A”: Argentina; Sérvia; Alemanha; Angola; Austrália e Jordânia.

TABELA DO GRUPO “B”
Brasil, Irã, Eslovênia, Tunísia, Croácia e Estados Unidos.
Arena Abdi Ýpekçi – Istambul – Turquia
— Sábado (28 de agosto)
Tunísia 56 x 80 Eslovênia, Estados Unidos 107 x 68 Croácia e Irã 65 x 81 Brasil

— Domingo (29 de agosto)
Eslovênia 77 x 99 Estados Unidos, Croácia 75 x 54 Irã e Brasil 80 x 65 Tunísia

— Segunda-feira (30 de agosto)
10h30 (16h30 hora local) – Eslovênia x Croácia – SPORTV
13h00 (19h hora local) – Tunísia x Irã
15h30 (21h30 hora local) – Estados Unidos x Brasil – SPORTV

— Terça-feira (31 de agosto)
Folga

— Quarta-feira (1º de setembro)
10h30 (16h30 hora local) – Croácia x Tunísia
13h00 (19h hora local) – Irã x Estados Unidos
15h30 (21h30 hora local) – Brasil x Eslovênia – SPORTV

— Quinta-feira (2 de setembro)
10h30 (16h30 hora local) – Estados Unidos x Tunísia
13h00 (19h hora local) – Eslovênia x Irã
15h30 (21h30 hora local) – Brasil x Croácia – SPORTV
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RESULTADOS DA SEGUNDA RODADA DO MUNDIAL MASCULINO



China 83 x 73 Costa do Marfim
Lituânia 70 x 68 Canadá
Jordânia 65 x 79 Angola
Eslovênia 77 x 99 Estados Unidos
Porto Rico 80 x 83 Grécia
Líbano 59 x 86 França
Sérvia 81 x 82 Alemanha
Croácia 75 x 54 Irã
Turquia 65 x 56 Rússia
Espanha 101 x 84 Nova Zelândia
Argentina 74 x 72 Austrália
Brasil 80 x 65 Tunísia


A terceira rodada, começa hoje, com estes jogos:

10h30
Jordânia x Servia, em Ankara
Eslovênia x Croácia, em Istanbul

13h00
Austrália x Alemanha, em Kayseri
Tunísia x Irã, em Istanbul

15h30
Angola x Argentina, em Kayseri
Estados Unidos x Brasil, em Istanbul


CLASSIFICAÇÃO

Grupo A
1º) Argentina – 04 pontos (02 vitórias)
2º) Sérvia
Alemanha
Austrália – 03 pontos (01 vitória e 01 derrota)
6º) Jordânia – 02 pontos (02 derrotas)

Grupo B
1º) Estados Unidos
Brasil – 04 pontos (02 vitórias)
3º) Eslovênia
Croácia – 03 pontos (01 vitória e 01 derrota)
5º) Irã
Tunísia – 02 pontos (02 derrotas)

Grupo C
1º) Turquia
Grécia – 04 pontos (02 vitórias)
3º) China
Rússia – 03 pontos (01 vitória e 01 derrota)
5º) Porto Rico
Costa do Marfim – 02 pontos (02 derrotas)

Grupo D
1º) França
Lituânia – 04 pontos (02 vitórias)
3º) Espanha
Líbano – 03 pontos (01 vitória e 01 derrota)
5º) Canadá
Nova Zelândia – 02 pontos (02 derrotas)
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Visando Mundial Seleção perde para Argentina


Disputando um torneio amistoso em Logroño, na Espanha, ao lado da dona da casa e da Argentina, duas favoritas ao título do Mundial da Turquia, que começa dia 28 de agosto, o Brasil enfrentou os argentinos nesta segunda-feira e perdeu por 77 a 73.

O cestinha foi o argentino Carlos Delfino, com 23 pontos. O pivô Luis Scola também saiu de quadra com números expressivos, tendo feito 12 pontos e pego 11 rebotes, caracterizando um double-double.

Do lado brasileiro, Anderson Varejão também conseguiu dois dígitos em dois fundamentos ao terminar a partida com 14 pontos e 12 rebotes.

As duas equipes jogaram desfalcadas de jogadorem importantes e que atuam na NBA. Pelo lado brasileiro, Nenê e Tiago Splitter ficaram de fora e do lado argentino, Nocioni e Oberto apenas assitiram ao jogo. Os quatro jogadores se recuperam de lesão e devem participar normalmente do Mundial.

Após o fim do primeiro quarto, o Brasil esteve apenas um ponto atrás da Argentina, mas, no seguinte, deixou a equipe adversária abrir 10. Dessa forma, o primeiro tempo acabou 35 a 25 para os argentinos.

No terceiro quarto, o time de Rubén Magnano chegou até a passar à frente no placar, mas foi superado nos últimos minutos do período derradeiro.

O Brasil retorna à quadra na terça para enfrentar a dona da casa Espanha, às 15h30 (de Brasília), pela segunda rodada do torneio amistoso.


Fonte: Terra Esportes.

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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

A CAMISA VERDE: O QUE ACHOU?



Aí está a primeira imagem divulgada pela Nike da novíssima camisa verde da seleção brasileira, vestida por Anderson Varejão. Se não chover, a estreia do uniforme é hoje, às 14h (de Brasília), no jogo-exibição contra Porto Rico. A partida será disputada a céu aberto no famoso playground Rucker Park, no Harlem, em Nova York. O outro uniforme da seleção, como vocês já sabem, é o branco, usado ontem contra a China. A Nike informa que os novos modelos só estarão à venda no Brasil em novembro, dois meses após o Mundial, por R$ 180. Uma pena. Por enquanto, quem quiser vai ter que apelar à internet. E aí, o que achou dos novos modelos? A falta de uma camisa amarela te incomoda?

Fonte: blog REBOTE
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Perto de corte, pivô aproveita últimos instantes na Seleção



O pivô Hátila deve ser cortado em breve da Seleção Brasileira de basquete. No entanto, as lesões de Nenê Hilário e Tiago Splitter atrasaram a decisão de Rubén Magnano de anunciar a saída do último jogador para a lista final. Porém, o treinador já deixou claro que não deverá aproveitar o atleta para o torneio na Turquia.

Hátila, 25 anos, não fez parte nem do grupo que jogou o Sul-Americano, mas foi puxado para a preparação do Mundial para completar o grupo e inclusive foi usado em alguns amistosos em razão das ausências de duas das estrelas do Brasil. Nenê está com lesão no tendão de Aquiles dos dois pés, e Splitter sofre com dores na coxa.

Mesmo prestes a ser cortado, Hátila disse que busca aproveitar cada dia a mais na Seleção. O jogador está em Nova York onde acompanha o Brasil nos amistosos contra China e Porto Rico.

"É claro que fico pensativo se será amanhã que sai o corte, mas estou aproveitando. O Magnano sempre está falando comigo e continuo melhorando. Claro que não comemorei o Nenê estar lesionado, porém tenho de sempre estar pronto para jogar", completou.

Magnano confirmou que Hátila será o cortado assim que tiver a garantia de que Nenê e Splitter estão recuperados e prontos para jogar o torneio na Turquia de 28 de agosto a 12 de setembro.

De acordo com o médico do Brasil, Carlos Andreoli, Nenê já está em uma fase mais avançada da recuperação e já voltou a treinar com bola, mas deverá ficar fora ainda dos próximos amistosos nos Estados Unidos e na Espanha, voltando apenas na França, no final de agosto. Por sua vez, Splitter está no quinto dos dez dias programados para o tratamento e deve voltar aos treinos mais pesados na próxima semana.

No entanto, mesmo se uma das duas estrelas brasileiras na NBA tiver que ser cortada, o escolhido poderá não ser Hátlia. "Na hipótese de isso acontecer, vamos ter de analisar situação. Pode ser que eu escolha outro jogador", comentou.

A única certeza de Hátila é de que voltará a jogar em um clube brasileiro após o Mundial de Turquia. O atleta estava fora do País havia algumas temporadas.

Fonte: Terra Esportes.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

LESÕES DE NENÊ E SPLITTER FAZEM MAGNANO ADIAR DEFINIÇÃO PARA O MUNDIAL




O argentino Rubén Magnano foi obrigado a adiar o último corte da seleção brasileira para o Mundial da Turquia, no fim do mês. Neste domingo, após a conquista do Super Four de Brasília, o treinador confirmou que os 13 atletas que estavam com a seleção na capital federal viajam na segunda-feira para os EUA.

PIVÔS VIRAM DOR DE CABEÇA DO BRASIL


Tiago Splitter sentiu um problema na coxa durante primeiro jogo do Super Four e foi poupado da final
Lesão no tendão de Aquiles impediu Nenê Hilário de entrar em quadra durante o torneio preparatório

A mudança de planos foi causada pelas lesões dos pivôs Nenê e Tiago Splitter. O primeiro deve estar pronto para voltar a jogar em uma semana. O segundo sofreu uma lesão muscular de grau 1 na coxa esquerda no sábado e não entrou em quadra neste domingo contra Angola (vitória por 89 a 59).

O beneficiado com isso foi o pivô Hátila Passos, que segue com a seleção. O jogador é o sexto pivô do grupo, mas será mantido próximo caso um dos dois gigantes não consiga se recuperar. Quem parece garantido no Mundial é o garoto Raulzinho. O armador de 17 anos jogou nas duas partidas em Brasília e deve ser ir para a Turquia como a terceira opção para a posição 1 – Hátila é, atualmente, o 4º para a posição 5.

O Brasil viaja para os EUA na segunda-feira à noite, para disputar amistosos contra China (dia 12) e Porto Rico (dia 13). Depois, o time vai para a Europa, onde disputa torneios amistosos na Espanha (contra espanhóis e argentinos) e na França (contra os donos da casa, Ilhas Virgens e Austrália). O Mundial começa no dia 28.

Os jogadores consideraram positiva a fase brasileira da preparação. Neste domingo, apesar da vitória tranqüila, o time teve problemas contra Angola. No 3º quarto, o time sofreu um apagão e deixou os angolanos dominarem na defesa e no ataque.

“Destaco o espírito de equipe e a atitude defensiva do grupo, que foi ótima. Melhoramos consideravelmente nos rebotes, que foi o ponto fraco da partida de ontem. Isso mostra o foco e comprometimento de todos em fazer as coisas da melhor maneira possível em quadra”, falou Magnano.

“Jogamos bem. Estamos em fase de preparação e ainda falta um pouco de ritmo de jogo, mas vamos adquiri-lo com o tempo. Precisamos melhorar sempre”, disse o ala Alex, que começou na reserva de Marquinhos contra os africanos.

“A atitude merece nota dez. Cometemos alguns erros bobos, mas temos que melhorar até o início do Campeonato Mundial. Temos também que manter os pés no chão porque ainda falta muito para chegarmos onde queremos, mas está todo mundo com o mesmo foco e isso facilita”, completou o armador Marcelinho Huertas.

Fonte: uol basquete
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LONGE DOS HOLOFOTES, CAPITÃO HUERTAS ABRE MÃO DOS PONTOS E FAZ TIME JOGAR


Armador trabalha em silêncio e agradece a confiança de Rubén Magnano

Nos dois amistosos da seleção de basquete em Brasília, ficou claro: o elenco tem agora um capitão que age em silêncio. Não dentro da quadra, onde não se cansa de orientar os companheiros, mas no que diz respeito aos holofotes. Marcelinho Huertas, escolhido para a função pelo técnico Rubén Magnano, não fez um ponto sequer nas duas partidas. Pode ter sido pouco notado pelo torcedor. Mas somou 16 assistências e fez o time jogar seguindo a cartilha do treinador argentino, com um estilo mais equilibrado.

- Não fui muito feliz na pontuação, mas o importante é fazer todo mundo jogar. Essa é a minha função no time, que já tem muitas estrelas. A questão dos pontos não incomoda ninguém – explicou Huertas após a vitória sobre Angola neste domingo, no ginásio Nilson Nelson.

O armador, que deu sete passes para cesta contra a Venezuela e outros nove contra Angola, assume o posto de capitão ao lado de Alex, substituindo o xará Machado, que cumpriu a função até a Copa América de 2009. Magnano conversou com o ala do Flamengo antes de passar a "braçadeira" para Huertas.

- Fico contente com a confiança do treinador. Ele sempre diz que procura um líder na quadra, para ser o porta-voz dele ali dentro. Fico honrado de assumir essa posição que o Marcelinho desempenhou durante tantos anos – afirmou.

Fonte: portal globo.com
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domingo, 8 de agosto de 2010

BRASIL VENCE NA ESTREIA DE MAGNANO, MAS SPLITTER SE LESIONA E PREOCUPA


A estreia de Rubén Magnano tinha tudo para ser tranquila. Neste sábado, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, o Brasil não teve dificuldades para bater a Venezuela (92 a 50). O treinador aproveitou a oportunidade no Super Four para testar diferentes formações no time. No entanto, o argentino viu Tiago Splitter deixar a quadra no terceiro quarto com dores na coxa esquerda.

O pivô do San Antonio Spurs não entrou mais no jogo e ficou no banco com uma bolsa de gelo no local dolorido. A suspeita é que o jogador tenha uma pequena contratura muscular. Segundo o médico da CBB (Confederação Brasileira de Basquete), ainda neste sábado ele fará uma ressonância magnética para avaliar a gravidade da lesão. "O Tiago apresentou uma contratura na coxa e já foi medicado. Faremos uma ressonância magnética esta tarde para avaliar melhor o quadro", disse Carlos Vicente Andreoli.

Com ou sem Splitter, a seleção volta à quadra neste domingo, às 12h30, para enfrentar Angola. Os africanos venceram o Chile por 80 a 59 e asseguraram a vaga na decisão do Super Four.

Splitter procurou amenizar as preocupações sobre o seu estado físico após o jogo. "Senti uma dor na coxa e saí do jogo só por precaução. Não sinto nada forte e vamos fazer exames para saber qual é o real problema”, disse o pivô ao SporTV. Magnano não falou sobre Splitter e focou apenas no desempenho do time. “Faço uma boa avaliação. Há coisas para melhorar na defesa, mas foi um bom início de trabalho”.

O ala Alex também gostou do desempenho. "O grupo apresentou um espírito vencedor e está se preparando muito bem para esse Mundial. Todos estão motivados a querer sempre o melhor. Temos pessoas competentes e estamos indo muito bem com o novo técnico e nova filosofia de trabalho".

O Brasil começou com falhas no ataque e pouco agressivo na defesa. Por isso, foi surpreendido com uma desvantagem de 5 a 0. Após se acalmar dentro de quadra, garantiu a virada com facilidade, com a ajuda de Anderson Varejão. Só o atleta do Cleveland Cavaliers marcou cinco pontos antes dos cinco minutos de partida.

BRASIL 92 X 50 VENEZUELA

Brasil
Huertas (0 pts e 7 assistências), Leandrinho (10), Alex (7 e 5 ast.), Varejão (13 e 9 rebotes) e Splitter (6). Entraram: Giovannoni (13), Hátila (0), Marcelinho (11), Raulzinho (4), Murilo (11), Nezinho (4) e Marquinhos (13).
Técnico: Rubén Magnano.

VENEZUELA
J. Centeno (4), Cedeño (4), Sucre (10), Romero (8) e Urbina (8). Entraram: Bravo (4), Valera (0), Flores (0), Graterol (1), Guillent (3), F. Centeno (6) e Palácios (2).
Técnico: Nestor Salazar

Magnano fez as suas primeiras alterações após a metade do primeiro quarto. O treinador colocou Guilherme no lugar de Varejão. Marquinhos entrou em seguida para substituir Alex. O jovem Raulzinho também foi para quadra, enquanto Nezinho ficou no banco. Com o time modificado, a seleção brasileira terminou o período na frente: 18 a 13.

Com Marquinhos e Raulzinho em destaque, o Brasil ganhou em velocidade e passou a dominar completamente a Venezuela. Marcelinho Machado acertou duas bolas de três consecutivas e deu ainda mais tranquilidade para a seleção jogar. Mesmo com apenas cinco pontos dos rivais no segundo quarto e a vantagem (36 a 18 no apito final), Magnano gesticulou durante todo o tempo com os jogadores.

Agitado, o treinador argentino voltou do intervalo dando ênfase ao sistema defensivo e conversava com os reservas a todo momento para mostrar como queria o posicionamento dos atletas. Foi então que Splitter assustou. Deixou a quadra direto para o banco de reservas, falou com os auxiliares de Magnano e colocou uma bolsa de gelo na coxa esquerda.

Com o placar de 64 a 36 para o último período, a seleção manteve o ritmo e garantiu a vitória – por 92 a 50 – no primeiro jogo do Super Four. O torneio é uma das etapas da preparação da seleção para Mundial da Turquia, que será realizado entre os dias 28 de agosto e 12 de setembro. A equipe nacional está no grupo B, ao lado de Irã, Tunísia, Estados Unidos, Eslovênia e Croácia.


Fonte: uol basquete

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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

QUE TAL UM POUCO DE HISTÓRIA DO BASQUETE... Há 50 anos, Brasil chegava ao topo do mundo


A súmula do jogo contra o Chile, no dia 31 de janeiro, mostra a pontuação dos jogadores brasileiros

Brasil 1959: heróis do basquete nacional triunfam no Chile e levam o país ao topo

Há exatos 50 anos, vitória inapelável sobre os donos da casa garantiu à equipe verde-amarela a glória de conquistar seu primeiro título mundial

Divulgação / Arquivo


- É o dia mais feliz da minha vida!

A frase do técnico Togo Renan Soares, o Kanela, emocionado e cercado por jogadores eufóricos dentro da quadra, dá a dimensão do que aconteceu no dia 31 de janeiro de 1959 no Estádio Nacional de Santiago. Há exatos 50 anos, a seleção brasileira de basquete chegava ao topo.

A vitória inapelável sobre Chile, por 73 a 49, fez a torcida da casa se render aos novos campeões mundiais. Estava consagrada uma geração de craques que ainda conquistaria o bicampeonato quatro anos depois, sem falar nos bronzes olímpicas em 1960 a 1964.

“Exibição segura, digna de um legítimo campeão”, foi o que disse o “Jornal dos Sports” no dia seguinte. Com a punição à União Soviética, o Chile seria campeão se derrotasse os brasileiros por mais de 12 pontos. Mas os donos da casa não tiveram nenhuma chance de levantar a taça.

O máximo que os chilenos conseguiram foi manter o placar apertado nos primeiro minutos. O placar no intervalo já era de 37 a 21. Em vez de relaxar diante da expectativa do título, a equipe verde-amarela pisou no acelerador e deu um show no segundo tempo.

A vantagem foi aumentando, mesmo com os titulares dando lugar aos reservas. E o Mundial terminou de forma simbólica, com um show de Wlamir e Amaury. O primeiro foi o cestinha da noite, com 17 pontos, e o segundo anotou 16.

Selada a vitória por 73 a 49, os brasileiros se abraçaram e não conseguiram conter as lágrimas. Enquanto a bandeira verde-amarela era erguida no estádio, o capitão Algodão recebeu o troféu. Durante a volta olímpica, os torcedores chilenos, reconhecendo os novos campeões, aplaudiram de forma entusiasmada. Estavam diante dos melhores do mundo.


A CAMPANHA BRASILEIRA

Primeira fase:
Brasil 69 x 52 Canadá
URSS 73 x 64 Brasil
Brasil 78 x 50 México

Fase final:
Brasil 94 x 76 Formosa
Brasil 62 x 53 Bulgária
URSS 66 x 63 Brasil
Brasil 99 x 71 Porto Rico
Brasil 81 x 67 EUA
Brasil 73 x 49 Chile


CONFIRA OS OUTROS CAPÍTULOS DA SÉRIE BRASIL 1959

Dia 16: seleção inicia a caminhada rumo ao título batendo os canadenses
Dia 17: contra os gigantes da União Soviética, o primeiro tombo do Brasil
Dia 18: vitória sobre o México coloca a seleção na segunda fase do torneio
Dia 19: decisão política da URSS gera punição e altera rumos do Mundial
Dia 20: Kanela, muito além do rótulo de treinador explosivo e folclórico
Dia 21: em tempos de amadorismo, geração bicampeã trabalha dobrado
Dia 22: sem Bispo, Brasil abre a segunda fase com vitória sobre Formosa
Dia 23: seleção dribla as cotoveladas dos búlgaros e vence o jogo na bola
Dia 24: no segundo encontro com a União Soviética, mais uma derrota
Dia 25: textos de jornais e revistas da época eram cheios de nacionalismo
Dia 26: Amaury e Edson Bispo falam sobre a crise no basquete brasileiro
Dia 27: craques brasileiros encantam a torcida no Chile até fora da quadra
Dia 28: carrasco nos dias de hoje, Porto Rico levou uma surra em 1969
Dia 29: afinal de contas, quem jogou mais: Wlamir Marques ou Amaury?
Dia 30: Brasil passa pelos Estados Unidos e coloca a mão no título

Fonte: portal globo.com
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