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O pivô Hátila deve ser cortado em breve da Seleção Brasileira de basquete. No entanto, as lesões de Nenê Hilário e Tiago Splitter atrasaram a decisão de Rubén Magnano de anunciar a saída do último jogador para a lista final. Porém, o treinador já deixou claro que não deverá aproveitar o atleta para o torneio na Turquia.
Hátila, 25 anos, não fez parte nem do grupo que jogou o Sul-Americano, mas foi puxado para a preparação do Mundial para completar o grupo e inclusive foi usado em alguns amistosos em razão das ausências de duas das estrelas do Brasil. Nenê está com lesão no tendão de Aquiles dos dois pés, e Splitter sofre com dores na coxa.
Mesmo prestes a ser cortado, Hátila disse que busca aproveitar cada dia a mais na Seleção. O jogador está em Nova York onde acompanha o Brasil nos amistosos contra China e Porto Rico.
"É claro que fico pensativo se será amanhã que sai o corte, mas estou aproveitando. O Magnano sempre está falando comigo e continuo melhorando. Claro que não comemorei o Nenê estar lesionado, porém tenho de sempre estar pronto para jogar", completou.
Magnano confirmou que Hátila será o cortado assim que tiver a garantia de que Nenê e Splitter estão recuperados e prontos para jogar o torneio na Turquia de 28 de agosto a 12 de setembro.
De acordo com o médico do Brasil, Carlos Andreoli, Nenê já está em uma fase mais avançada da recuperação e já voltou a treinar com bola, mas deverá ficar fora ainda dos próximos amistosos nos Estados Unidos e na Espanha, voltando apenas na França, no final de agosto. Por sua vez, Splitter está no quinto dos dez dias programados para o tratamento e deve voltar aos treinos mais pesados na próxima semana.
No entanto, mesmo se uma das duas estrelas brasileiras na NBA tiver que ser cortada, o escolhido poderá não ser Hátlia. "Na hipótese de isso acontecer, vamos ter de analisar situação. Pode ser que eu escolha outro jogador", comentou.
A única certeza de Hátila é de que voltará a jogar em um clube brasileiro após o Mundial de Turquia. O atleta estava fora do País havia algumas temporadas.
Fonte: Terra Esportes.




Do privilégio de estar junto aos maiores do Brasil à esperança de embarcar ao Mundial da Turquia. Assim é a vida de Lucas ‘Bebê’, Raulzinho e Jordan Burger. Convidados por Rubén Magnano para integrarem os treinamentos do grupo da seleção brasileira, os três aproveitam o raro momento para adquirirem o máximo de conhecimento em conversas com Anderson Varejão, Nenê Hilário, Leandrinho e Tiago Splitter, representantes do país na NBA.
Jordan Burger (dir.) revela afinidade com Nenê
Lucas 'Bebê' perdeu o cabelo 'black power' em trote
Raulzinho aproveita período para ganhar experiência
Conselhos sobre vida regrada, maneira de atuar e responsabilidade dentro de quadra. Os três são sempre ouvidos para que os mais velhos têm a dizer. “Temos que captar tudo o que eles falam. Eles me dão os toques para que um dia chegue ao patamar em que estão”, confirmou Lucas.
O pivô de 18 anos carrega em si os traços infantis na pele, a sua altura impressiona (2,13m), mas os sonhos alçam vôos ainda mais altos. Por isso, o jogador vira ‘repórter’ perto dos jogadores da NBA. “Pergunto muito sobre como é jogar lá. Assim fico um pouco mais perto de alcançar este objetivo”.
Jordan Burger concorda com o companheiro. “Apesar de ser pivô, o Nenê é um dos que me dá mais atenção. Gosto muito de estar entre eles e é uma oportunidade de estar treinando com os jogadores do meu país”, afirmou o ala, que desde os 14 anos atua na Espanha e defende o Sevilla Cajasol.
Contudo, o coro é o mesmo quando o assunto é o Mundial da Turquia, que começará no dia 28 de agosto. “Tem muita gente boa. Estou feliz de estar aqui e não creio em ir para a Turquia, mas sempre existe a esperança”, repete a dupla.
Além de muita atenção, gozação. Lucas ‘Bebê’ passou pelo seu ‘batismo’ e teve seu cabelo ‘black power’ cortado pelos veteranos com uma máquina. “Caía muito bem aquele cabelo em mim”, brinca o jogador.
Para Splitter, o contato entre as gerações ajuda a preparar os jovens atletas para defender a seleção brasileira no futuro. “Temos de passar experiência. Tanto o Lucas, quanto o Raulzinho e o Jordan estão aprendendo bastante. Eles têm talento. Já passamos pelo mesmo e agora é hora de ensinar”, encerrou.
Fonte: uol esportes
