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sábado, 11 de setembro de 2010

Ao Vivo agora, EUA x Lituânia


Assista AO VIVO ao jogo EUA x Lituânia pelo Mundial Masculino de Basquete, clique no link abaixo:

http://bit.ly/bYJD7H
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domingo, 29 de agosto de 2010

Brasil Vence as 2 primeiras e agora pega os Estados Unidos!

Com uma bela atuação de Leandrinho, o Brasil concluiu neste sábado a missão de vencer as duas equipes mais fracas do grupo B do Mundial de basquete. A seleção, que lidera a chave ao lado dos EUA, abriu vantagem sobre a Tunísia já no primeiro quarto e administrou o resultado até vencer por 80 a 65.

Nesta segunda-feira, o Brasil enfrenta os EUA, que atropelaram Croácia (ontem) e Eslovênia (hoje). As duas seleções europeias, que têm uma vitória cada, duelam também nesta segunda, assim como os lanternas Irã e Tunísia, que perderam os dois jogos.

Matematicamente, a seleção ainda não está classificada. Entretanto, como as fracas Irã e Tunísia não devem chegar a duas vitórias, o técnico brasileiro Rubén Magnano já festeja a classificação às oitavas-de-final (classificam-se os quatro primeiros no grupo de seis times). "Conseguimos algo importante que é passar para a próxima fase. Todos olham a chave e já dão o Brasil como classificado, mas nós precisamos cumprir a missão. Por isso, os jogadores tiveram mérito de manter 100% de empenho, jogando às vezes bem, às vezes mal, mas com vontade. Estou feliz", disse o técnico.

Leandrinho, que anotou 21 pontos, reconheceu que o Brasil não foi bem. "A gente fez um monte de –desculpe a palavra- cagada, passamos um medo em alguns momentos do jogo, mas deu tudo certo, vencemos de novo e isso é o que interessa", disse o armador. Ele se disse "mais à vontade" no torneio. "É assim mesmo, a cada jogo a gente vai melhorando, vai se soltando mais".

A Tunísia começou a partida mais atenta e chegou a abrir 7 a 2. Com uma melhora na defesa e oito pontos de Splitter em sete minutos, passou a controlar o placar, mas não conseguia abrir vantagem. Então, Leandrinho brilhou intensamente: roubou duas bolas e completou com bandejas; acertou dois arremessos de três pontos e ainda uma bandeja no estouro do cronômetro para colocar o Brasil dez pontos à frente (26 a 16).

No segundo quarto, Magnano deu descanso extenso a todos os titulares e, desta vez, os reservas mantiveram o nível e chegaram a aumentar um pouco a diferença de pontos. As dificuldades apareceram no terceiro quarto. O ataque brasileiro mostrou-se bagunçado e pouco eficiente. "Tivemos desconcentrações ofensivas hoje que dificultaram o jogo para nós", resumiu Magnano. Os tunisianos acabaram vencendo o terceiro quarto por dois pontos, ficando a 11 de diferença.

A seleção africana continuou próxima no placar –e acreditando na vitória, com o banco vibrando a cada jogada. Assim, o técnico argentino não pôde impor um revezamento maior de jogadores no segundo tempo. Só a pouco mais de dois minutos do fim, com a diferença em 18 pontos, o Brasil teve um quinteto reserva em quadra na segunda etapa. "O Brasil faz um jogo muito físico. Tivemos que nos esforçar muito, e no fim do jogo acabamos cansando", disse Radhouane Slimane, ala tunisiano que anotou 14 pontos.


RESULTADOS:

29/08/2010 - Segunda Rodada

Grupo A
Jordânia 65 x 79 Angola
Sérvia 81 x 82 Alemanha
Grupo B
Eslovênia 77 x 99 EUA
Croácia 75 x 54 Irã
Grupo C
China 83 x 73 Costa do Marfim
Porto Rico 80 x 83 Grécia
Grupo D
Lituânia 70 x 68 Canadá
Líbano 59 x 86 França


28/08/2010 - 1ª rodada

Grécia 89 x 81 China
Nova Zelândia 79 x 92 Lituânia
Austrália 76 x 75 Jordânia
Tunísia 56 x 80 Eslovênia
Rússia 75 x 66 Porto Rico
Canadá 71 x 81 Líbano
Angola 44 x 94 Sérvia
EUA 106 x 78 Croácia
Costa do Marfim 47 x 86 Turquia
França 72 x 66 Espanha
Alemanha 74 x 78 Argentina
Irã 65 x 81 Brasil

Fonte: UOL Esporte (adaptado)
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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Perto de corte, pivô aproveita últimos instantes na Seleção



O pivô Hátila deve ser cortado em breve da Seleção Brasileira de basquete. No entanto, as lesões de Nenê Hilário e Tiago Splitter atrasaram a decisão de Rubén Magnano de anunciar a saída do último jogador para a lista final. Porém, o treinador já deixou claro que não deverá aproveitar o atleta para o torneio na Turquia.

Hátila, 25 anos, não fez parte nem do grupo que jogou o Sul-Americano, mas foi puxado para a preparação do Mundial para completar o grupo e inclusive foi usado em alguns amistosos em razão das ausências de duas das estrelas do Brasil. Nenê está com lesão no tendão de Aquiles dos dois pés, e Splitter sofre com dores na coxa.

Mesmo prestes a ser cortado, Hátila disse que busca aproveitar cada dia a mais na Seleção. O jogador está em Nova York onde acompanha o Brasil nos amistosos contra China e Porto Rico.

"É claro que fico pensativo se será amanhã que sai o corte, mas estou aproveitando. O Magnano sempre está falando comigo e continuo melhorando. Claro que não comemorei o Nenê estar lesionado, porém tenho de sempre estar pronto para jogar", completou.

Magnano confirmou que Hátila será o cortado assim que tiver a garantia de que Nenê e Splitter estão recuperados e prontos para jogar o torneio na Turquia de 28 de agosto a 12 de setembro.

De acordo com o médico do Brasil, Carlos Andreoli, Nenê já está em uma fase mais avançada da recuperação e já voltou a treinar com bola, mas deverá ficar fora ainda dos próximos amistosos nos Estados Unidos e na Espanha, voltando apenas na França, no final de agosto. Por sua vez, Splitter está no quinto dos dez dias programados para o tratamento e deve voltar aos treinos mais pesados na próxima semana.

No entanto, mesmo se uma das duas estrelas brasileiras na NBA tiver que ser cortada, o escolhido poderá não ser Hátlia. "Na hipótese de isso acontecer, vamos ter de analisar situação. Pode ser que eu escolha outro jogador", comentou.

A única certeza de Hátila é de que voltará a jogar em um clube brasileiro após o Mundial de Turquia. O atleta estava fora do País havia algumas temporadas.

Fonte: Terra Esportes.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

LESÕES DE NENÊ E SPLITTER FAZEM MAGNANO ADIAR DEFINIÇÃO PARA O MUNDIAL




O argentino Rubén Magnano foi obrigado a adiar o último corte da seleção brasileira para o Mundial da Turquia, no fim do mês. Neste domingo, após a conquista do Super Four de Brasília, o treinador confirmou que os 13 atletas que estavam com a seleção na capital federal viajam na segunda-feira para os EUA.

PIVÔS VIRAM DOR DE CABEÇA DO BRASIL


Tiago Splitter sentiu um problema na coxa durante primeiro jogo do Super Four e foi poupado da final
Lesão no tendão de Aquiles impediu Nenê Hilário de entrar em quadra durante o torneio preparatório

A mudança de planos foi causada pelas lesões dos pivôs Nenê e Tiago Splitter. O primeiro deve estar pronto para voltar a jogar em uma semana. O segundo sofreu uma lesão muscular de grau 1 na coxa esquerda no sábado e não entrou em quadra neste domingo contra Angola (vitória por 89 a 59).

O beneficiado com isso foi o pivô Hátila Passos, que segue com a seleção. O jogador é o sexto pivô do grupo, mas será mantido próximo caso um dos dois gigantes não consiga se recuperar. Quem parece garantido no Mundial é o garoto Raulzinho. O armador de 17 anos jogou nas duas partidas em Brasília e deve ser ir para a Turquia como a terceira opção para a posição 1 – Hátila é, atualmente, o 4º para a posição 5.

O Brasil viaja para os EUA na segunda-feira à noite, para disputar amistosos contra China (dia 12) e Porto Rico (dia 13). Depois, o time vai para a Europa, onde disputa torneios amistosos na Espanha (contra espanhóis e argentinos) e na França (contra os donos da casa, Ilhas Virgens e Austrália). O Mundial começa no dia 28.

Os jogadores consideraram positiva a fase brasileira da preparação. Neste domingo, apesar da vitória tranqüila, o time teve problemas contra Angola. No 3º quarto, o time sofreu um apagão e deixou os angolanos dominarem na defesa e no ataque.

“Destaco o espírito de equipe e a atitude defensiva do grupo, que foi ótima. Melhoramos consideravelmente nos rebotes, que foi o ponto fraco da partida de ontem. Isso mostra o foco e comprometimento de todos em fazer as coisas da melhor maneira possível em quadra”, falou Magnano.

“Jogamos bem. Estamos em fase de preparação e ainda falta um pouco de ritmo de jogo, mas vamos adquiri-lo com o tempo. Precisamos melhorar sempre”, disse o ala Alex, que começou na reserva de Marquinhos contra os africanos.

“A atitude merece nota dez. Cometemos alguns erros bobos, mas temos que melhorar até o início do Campeonato Mundial. Temos também que manter os pés no chão porque ainda falta muito para chegarmos onde queremos, mas está todo mundo com o mesmo foco e isso facilita”, completou o armador Marcelinho Huertas.

Fonte: uol basquete
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LONGE DOS HOLOFOTES, CAPITÃO HUERTAS ABRE MÃO DOS PONTOS E FAZ TIME JOGAR


Armador trabalha em silêncio e agradece a confiança de Rubén Magnano

Nos dois amistosos da seleção de basquete em Brasília, ficou claro: o elenco tem agora um capitão que age em silêncio. Não dentro da quadra, onde não se cansa de orientar os companheiros, mas no que diz respeito aos holofotes. Marcelinho Huertas, escolhido para a função pelo técnico Rubén Magnano, não fez um ponto sequer nas duas partidas. Pode ter sido pouco notado pelo torcedor. Mas somou 16 assistências e fez o time jogar seguindo a cartilha do treinador argentino, com um estilo mais equilibrado.

- Não fui muito feliz na pontuação, mas o importante é fazer todo mundo jogar. Essa é a minha função no time, que já tem muitas estrelas. A questão dos pontos não incomoda ninguém – explicou Huertas após a vitória sobre Angola neste domingo, no ginásio Nilson Nelson.

O armador, que deu sete passes para cesta contra a Venezuela e outros nove contra Angola, assume o posto de capitão ao lado de Alex, substituindo o xará Machado, que cumpriu a função até a Copa América de 2009. Magnano conversou com o ala do Flamengo antes de passar a "braçadeira" para Huertas.

- Fico contente com a confiança do treinador. Ele sempre diz que procura um líder na quadra, para ser o porta-voz dele ali dentro. Fico honrado de assumir essa posição que o Marcelinho desempenhou durante tantos anos – afirmou.

Fonte: portal globo.com
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domingo, 8 de agosto de 2010

MAGNANO ANUNCIA MARCELINHO HUERTAS E ALEX COMO CAPITÃES PARA O MUNDIAL

Responsável pela criação de jogadas na seleção brasileira, Marcelinho Huertas tem agora uma nova responsabilidade: carregar a "braçadeira". Após a vitória deste sábado sobre a Venezuela, o armador foi anunciado pelo técnico Rubén Magnano como novo capitão da equipe. O segundo capitão será Alex, que já tinha ocupado o posto na Copa América do ano passado, sob o comando do espanhol Moncho Monsalve.

Na partida deste sábado, Huertas não fez nenhum ponto, mas cumpriu sua missão de armador ao cadenciar o jogo e distribuir sete assistências. Alex, que teve Marcelinho ao seu lado como capitão em 2009, acha que o novo companheiro merece o posto.

- Muito merecido, até pelo estilo de jogo, ele organiza muito bem o time. O Magnano prefere que o capitão seja um jogador de armação, que comanda a partida. Então o Huertas merece. Fez uma temporada muito boa na Europa – lembrou Alex.

Huertas foi campeão espanhol pelo Caja Laboral, ao lado de Tiago Splitter. Na seleção, ele tem sido presença certa como titular há três anos. A dúvida é sempre sobre quem será seu reserva. No grupo de Magnano, os armadores que saem do banco são Raulzinho e Nezinho.

Fonte: Portal globo.com
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LIDERADA POR NAVARRO E GASOL, ESPANHA BATE LITUÂNIA EM AMISTOSO

Com boas atuações de Juan Carlos Navarro e Marc Gasol, o irmão mais novo de Paul, a seleção da Espanha derrotou neste sábado a Lituânia por 97 a 76 na primeira partida do Torneio Internacional de Vitoria, preparatório para o Mundial da Turquia.

O jogo marcou também o retorno da seleção da Espanha ao País Basco após 22 anos de ausência. Os donos da casa não tiveram dificuldades para superar os lituanos e contaram com 17 pontos de Navarro e mais 14 do pivô Gasol. O melhor da equipe derrotada foi Delininkaitis, com 14 tentos.

Os espanhóis enfrentam agora, neste domingo, a Eslovênia, e não poderão contar com Fran Vázquez, que saiu lesionado contra a Lituânia.

Em outros amistosos preparatórios deste sábado, a França atropelou a Tunísia por 77 a 44, Sérvia e Turquia venceram fácil, respectivamente, Irã e Nova Zelândia, a Croácia bateu a Alemanha por 77 a 76, e a Grécia massacrou os russos por 101 a 63.

Fonte: uol basquete
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APÓS ABANDONAR SELEÇÃO EM 2007, MARQUINHOS SE CALA PELO MUNDIAL

Em 2007, Marquinhos disputou o Pré-Olímpico pela seleção e saiu queimado. Disse que Lula [Ferreira], então técnico do Brasil, errava na rotação e que todos os jogadores estavam unidos contra o treinador. Três anos depois ele está de volta à seleção. E ao menos uma coisa ele aprendeu: a ficar calado.

Entrevistar o garoto arisco já era um desafio antes. Agora, ficou mais difícil ainda. "Falar menos é uma das coisas que tento fazer. Quero mais ouvir o que o treinador tem a me dizer e me aplicar aqui dentro", diz o jogador.

O lado irreverente aparece em frases curtas, ditas quase como brincadeira. Um exemplo: "O papo na interna é de ser campeão e buscar o primeiro lugar". Pode parecer óbvio, mas no mundo esportivo, em que dizer que é favorito é quase um palavrão, é uma amostra confiança, às vezes, excessiva.

A presença do jogador no grupo que vai ao Mundial, no entanto, é uma prova de que o argentino Rubén Magnano acredita que pode domar o jogador. O ala era um dos pré-selecionados para o time B que foi ao Sul-Americano da Colômbia. Magnano, no entanto, o puxou para fazer parte do time principal antes mesmo da competição.

Talento para jogar o Mundial ninguém duvida que Marquinhos tem. Com 25 anos, ele tem rodagem de veterano. Jogou na NBA por duas temporadas, pelo New Orleans Hornets - foi companheiro de Chris Paul antes de ser trocado para o Memphis e, em seguida, dispensado. Ainda tem duas passagens pelo basquete italiano. Na última temporada, jogou no Montegranaro, que terminou em sexto na Lega Basket, o nacional italiano.

A dúvida fica por conta do comportamento. Quando ele comemora a nova chance com Magnano e diz que quer se firmar no time brasileiro no Mundial da Turquia, todos se lembram da história negativa com a seleção. Em 2007, ele sofreu uma lesão na mão e abandonou o grupo verde-amarelo nos EUA. Ao voltar ao Brasil, atirou contra o treinador, Lula Ferreira. Antes disso, já tinha brigado com o treinador em convocações anteriores.

A seu favor, Marquinhos se diz mais maduro para lidar com a pressão da seleção. “Estar aqui dentro de novo é muito bom. Aprendi muito durante este tempo em que fiquei de fora. Estar com a seleção é uma satisfação e vivo uma expectativa muito grande para disputar este Mundial. Nem gosto de falar do que passou, pois já ficou lá atrás este episódio”, afirma.

Segundo ele, a relação com o novo comandante é boa. E isso se traduz em muita confiança. Marquinhos se diz adaptado ao jeito firme de Magnano e não se assusta com o tipo controlador do treinador. O tempo de basquete nos EUA e na Europa o ajudou. Nos EUA, foi treinador por Byron Scott. Na Itália, por Fabrizio Frates.

“Como estive na Itália jogando, já estou acostumado com este estilo mais duro de treinar do Magnano. Lá também tive treinadores disciplinadores e me agrada bastante este tipo. Creio que teremos chance de ir bem com ele aqui.".

A seleção está em Brasília, onde participa do torneio Super Four, a partir deste sábado: o primeiro rival brasileiro é a Venezuela, às 12h. Depois disso, a equipe vai para Nova York, seguindo com os amistosos preparatórios para o Mundial da Turquia, que será realizado entre os dias 28 de agosto e 12 de setembro

Fonte: uol basquete
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sábado, 31 de julho de 2010

REFERÊNCIAS, ATLETAS DA NBA VIRAM CONSELHEIROS PARA PROMESSAS DA SELEÇÃO


Do privilégio de estar junto aos maiores do Brasil à esperança de embarcar ao Mundial da Turquia. Assim é a vida de Lucas ‘Bebê’, Raulzinho e Jordan Burger. Convidados por Rubén Magnano para integrarem os treinamentos do grupo da seleção brasileira, os três aproveitam o raro momento para adquirirem o máximo de conhecimento em conversas com Anderson Varejão, Nenê Hilário, Leandrinho e Tiago Splitter, representantes do país na NBA.

AS PROMESSAS DA SELEÇÃO BRASILEIRA

  • Divulgação/CBB

    Jordan Burger (dir.) revela afinidade com Nenê

  • Divulgação/CBB

    Lucas 'Bebê' perdeu o cabelo 'black power' em trote

  • Divulgação/CBB

    Raulzinho aproveita período para ganhar experiência

Conselhos sobre vida regrada, maneira de atuar e responsabilidade dentro de quadra. Os três são sempre ouvidos para que os mais velhos têm a dizer. “Temos que captar tudo o que eles falam. Eles me dão os toques para que um dia chegue ao patamar em que estão”, confirmou Lucas.

O pivô de 18 anos carrega em si os traços infantis na pele, a sua altura impressiona (2,13m), mas os sonhos alçam vôos ainda mais altos. Por isso, o jogador vira ‘repórter’ perto dos jogadores da NBA. “Pergunto muito sobre como é jogar lá. Assim fico um pouco mais perto de alcançar este objetivo”.

Jordan Burger concorda com o companheiro. “Apesar de ser pivô, o Nenê é um dos que me dá mais atenção. Gosto muito de estar entre eles e é uma oportunidade de estar treinando com os jogadores do meu país”, afirmou o ala, que desde os 14 anos atua na Espanha e defende o Sevilla Cajasol.

Contudo, o coro é o mesmo quando o assunto é o Mundial da Turquia, que começará no dia 28 de agosto. “Tem muita gente boa. Estou feliz de estar aqui e não creio em ir para a Turquia, mas sempre existe a esperança”, repete a dupla.

Além de muita atenção, gozação. Lucas ‘Bebê’ passou pelo seu ‘batismo’ e teve seu cabelo ‘black power’ cortado pelos veteranos com uma máquina. “Caía muito bem aquele cabelo em mim”, brinca o jogador.

Para Splitter, o contato entre as gerações ajuda a preparar os jovens atletas para defender a seleção brasileira no futuro. “Temos de passar experiência. Tanto o Lucas, quanto o Raulzinho e o Jordan estão aprendendo bastante. Eles têm talento. Já passamos pelo mesmo e agora é hora de ensinar”, encerrou.

Fonte: uol esportes

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sexta-feira, 30 de julho de 2010

MUNDIAL DA TURQUIA... QUEM VAI?


Ótima reportagem assinada por Rodrigo Alves (blog Rebote)


Rubén Magnano não tem pressa. Em papo que tive com ele ontem à noite (estará aqui no blog hoje à tarde), fica claro que a definição do grupo que vai ao Mundial ainda pode esperar. É cedo, mas em todo caso já dá para pescar algumas dicas do que vem por aí. Desde o início dos treinos, conversei não só com o técnico, mas com outros integrantes da comissão e os jogadores. Dessas conversas, a gente vai montando o quebra-cabeça. Ainda há o risco de embaralhar todas as peças, mas vamos colocá-las na mesa.

Três armadores para o Mundial? É uma possibilidade

Parto do princípio (não confirmado pelo técnico) de que nove vagas já estão praticamente certas: os oito da lista original e Marquinhos, que foi puxado do time B. Sendo assim temos um armador (Huertas), quatro laterais (Leandrinho, Alex, Marcelinho e Marquinhos) e quatro jogadores de garrafão (Splitter, Nenê, Varejão e Giovannoni). Uma opção natural seria buscar no Sul-Americano o complemento do grupo com um pivô (Murilo), um ala (Tavernari) e um armador (Fúlvio ou Nezinho). Mas acho que o argentino pode driblar essa fórmula.

Antes de chegar lá, vamos a alguns pontos que, mesmo sem ver os treinos, deu para apurar:

1) Splitter e Nenê tendem a se revezar na posição 5. Só devem jogar juntos em situações muito especiais. Varejão deve ter como seu substituto imediato Guilherme Giovannoni, que vem mesmo treinando apenas na 4.

2) O treinador considera seriamente uma possibilidade: levar à Turquia três armadores – Huertas e mais dois, sendo que um deles pode ser Raulzinho, para dar experiência ao garoto. O assunto vai estar na entrevista logo mais.

Se a opção for esta, Tavernari (que vem jogando bem na Colômbia) deve ser sacrificado, até porque Guilherme pode ser um quinto nome para a lateral em caso de emergência. E aí até Paulinho Boracini ganha força para roubar a vaga de Fúlvio ou Nezinho. Ele também pontua e, sem Tavernari, poderia se transformar em opção na ala. O grupo ficaria assim:

Armadores: Huertas, Fúlvio (ou Nezinho ou Paulinho) e Raulzinho Laterais: Leandrinho, Alex, Marcelinho e Marquinhos Pivôs: Varejão, Splitter, Nenê, Giovannoni e Murilo
Olha, me parece uma saída bem interessante, hein. Raulzinho ganharia uma chance, mas não na fogueira de ser o reserva imediato de Huertas. É claro que nada disso está fechado na cabeça de Magnano. Esse caldeirão ainda vai ter a análise dos treinos, os jogos do Sul-Americano, as questões físicas, ou seja, tudo pode mudar. Mas como a gente gosta de fazer exercício de futurologia, aí está um deles. O que você acha?
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