segunda-feira, 7 de junho de 2010

Grêmio Nautico é campeão do IV Torneio Sulamericano de Basquete Masculino sub-15


A equipe do Grêmio Náutico de Porto Alegre, foi a grande campeã do IV Torneio Sulamericano de Basquete Masculino sub-15, que aconteceu no Circulo Militar, em Curitiba.

Foram seis dias de disputas na competição que reuniu 10 equipes, sendo oito do Brasil, duas do Paraná, e uma do Chile e outra da Argentina.

Na grande final, no domingo (6), no Palácio de Cristal, no Circulo Militar, a equipe gaúcha derrotou os argentinos do Siglo XXI pelo placar de 52 x 38. A equipe argentina suportou apenas o primeiro quarto , quando o jogo ficou igual em 11 a 11. Mas do segundo quarto em diante, a equipe de Porto Alegre foi melhor e abriu a vantagem em sete pontos (22x15). No terceiro período, aproveitando melhor as oportunidades, o União aumentou em 14 pontos a diferença (38x24). Para finalizar, no quarto período a vantagem de 14 pontos permaneceu e a vitória do Grêmio Náutico por 52 x 38. O cestinha foi Clayton Rosa, no Grêmio Naútico, com 15 pontos.

O terceiro lugar ficou com o Minas Tênis (MG), que derrotou o Fluminense, do Rio de Janeiro, por 38 x 36. A equipe da ABBJ/Joinville (SC), ficou em quinto lugar ao derrota os donos da casa, Circulo Militar/Dom Bosco/Dix Saúde, pelo placar de 37 x 29. Na disputa pelo sétimo lugar, o Iate Clube (ES) venceu o Lance Livre (DF) por 44 x 32. Pelo nono lugar, o Thalia, de Curitiba, venceu duas vezes o Manquehe, do Chile, 51 x 16 e 42 x 28 respectivamente.

O atleta Martins, no Siglo XXI, além de ser o cestinha da competição com 103 pontos, foi também o destaque do torneio.

Classificação:
1º - Grêmio Náutico (RS)
2° - Siglo XXII (Argentina)
3º - Minas Tênis (MG)
4º - Fluminense (RJ)
5º - ABBJ/Joinville (SC)
6° - Circulo Militar/Dom Bosco/Dix Saúde (PR)
7º - Iate Clube (ES)
8º - Lance Livre (DF)
9º - Thalia (PR)
10º - Manquehe (Chile)
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domingo, 6 de junho de 2010

Universo é campeão da NBB

Neste domingo o Universo quebrou a hegemonia do Flamengo na liga, encerrando a série melhor de 5 em 3 a 2. Disputado ponto a ponto, o jogo foi emocionante até o fim, mas o Brasília se saiu melhor e fechou em 76 a 74.

Após vencer o Nacional de 2007, perder o de 2008 e cair novamente na estreia do NBB em 2009, o Brasília sorriu por último. E como manda o figurino no maior clássico do basquete no país, não faltou emoção até o desfecho. Os 4.500 torcedores não chegaram a lotar o ginásio Newton de Faria, mas fizeram barulho o tempo todo. Após a última sirene, quando Duda errou o arremesso final já no desespero, vibrou a metade brasiliense da arquibancada.

Confira!


Comemoração do Universo:


Final da Série:

(1º) Universo/BRB/Financeira Brasília 3 x 2 Flamengo (2º)

Jogo 01 - 22/05 Flamengo 88 x 84 Universo, no Rio de Janeiro (RJ)
Jogo 02 - 28/05 Universo 93 x 90 Flamengo, em Brasília (DF)
Jogo 03 - 30/05 Universo 85 x 84 Flamengo, em Brasília (DF)
Jogo 04 - 03/06 Flamengo 94 x 74 Universo, no Rio de Janeiro (RJ)
Jogo 05 - 06/06 Universo 76 x 74 Flamengo, em Anápolis (GO)

Trechos de Globo.com
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Splitter se destaca e coloca Caja Laboral na final do basquete espanhol

Caja Laboral e Real Madrid fizeram neste domingo o quinto e decisivo jogo dos playoffs semifinais da Liga ACB - Campeonato Espanhol. A série estava empatada por 2 a 2 e o brasileiro Tiago Splitter foi determinante para a vitória por 64 a 56 e para a classificação do Caja Laboral para a decisão.

O pivô que representará o Brasil no Mundial da Turquia foi o cestinha da partida com 18 pontos e pegou nove rebotes. Com a vaga confirmada, o time de Splitter e do armador Marcelinho Huertas enfrenta na final o Regal Barcelona, dos astros espanhóis Ricky Rubio e Juan Carlos Navarro.

Apesar da derrota e da eliminação, a equipe de Madri contou com a boa atuação de Sergi Llull, cestinha do Real, com 13 pontos. Na partida deste domingo, o armador Huertas marcou oito pontos e acertou cinco passes precisos para cestas de seus companheiros. Huertas falou sobre o jogo e já projetou a decisão contra o Barcelona.

"Fizemos um jogo controlado e inteligente, dentro do padrão que costumamos atuar e isso fez a diferença, pois já iniciamos com o comando do marcador e depois soubemos conter as tentativas de reação do Real Madrid. Agora, é focar a decisão contra o Barcelona, que será muito complicada, mas o nosso time vive um grande momento e chega forte para esta série decisiva", afirma Huertas.

Para chegar à grande final, o Caja Laboral eliminou o Aseja Estudiantes nas quartas de final e o Real na semi. Agora, diante do Barcelona, a equipe de Huertas e Splitter entra em desvantagem, já que o clube catalão fechou a primeira fase na primeira colocação e o Caja foi o segundo melhor posicionado.

Fonte: Terra Esportes
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sábado, 5 de junho de 2010

Melhores Pivôs da NBB


Jogador que atua mais próximo da cesta, o pivô é responsável por abrir espaços no garrafão para as movimentações e infiltrações dos alas e armadores. Além disso, tem papel preponderante nos rebotes ofensivos e, principalmente, defensivos. Estevam (Universo), Guilherme Giovannoni (Universo), Murilo (Minas), Olivinha (Pinheiros), Rafael Mineiro (São José) e William Drudi (Minas) foram os seis pivôs de maior destaque nesta segunda temporada do NBB.

Líder em tocos com 1,28 por partida e segundo reboteiro da equipe com média de 5,57, Estevam do Universo/BRB/Financeira Brasília é outro jogador de confiança do técnico Lula Ferreira, e essencial para o setor defensivo do time brasiliense, dono da melhor campanha do NBB na fase de classificação.




Seu companheiro voltou para o Brasil em busca de seu primeiro título nacional e nesse retorno o ala/pivô tem sido fundamental. Quinto maior cestinha da Liga com média de 20,76 pontos por jogo, Guilherme também lidera as estatísticas de sua equipe nos rebotes com 7,7, além de ser o jogador de maior eficiência do elenco.


Um dos pivôs mais habilidosos do país, Murilo, do Pitágoras/Minas é o líder da equipe em três fundamentos, com médias de 18,06 pontos, 9,06 rebotes (segundo maior reboteiro do campeonato) e 1,09 tocos por partida. Murilo foi fundamental para a grande campanha do Minas nos playoffs, quando o time foi derrotado pelo Universo na quinta partida da semifinal do NBB.


William Drudi formou com Murilo uma das melhores duplas de pivôs do NBB. O atleta do Pitágoras/Minas foi o segundo melhor jogador da equipe tanto em média de pontos (16,85), quanto em rebotes (8,26) e tocos (0,71). As atuações do atleta foram muito importantes para a excelente participação do Minas nestes playoffs.


Maior reboteiro do campeonato com 10,72 por jogo, Olivinha do Pinheiros/Sky disputou um grande NBB. Além de se destacar nos rebotes, o atleta ainda foi o sexto maior cestinha do campeonato com 20,19 pontos de média por partida, contribuindo de forma essencial para a campanha do Pinheiros nesta temporada.

Rafael Mineiro do São José/Unimed/Vinac foi uma das grandes revelações desta temporada do NBB. Além de ser pela primeira vez convocado para o Jogo das Estrelas, o atleta de 22 anos foi o grande vencedor do torneio de enterradas deste ano. Seu desempenho no campeonato foi premiado com a recente convocação para a seleção brasileira de basquete.
 


 Fonte: Data Basket.

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Energia Criciuma Basquetebol estréia no Estadual Sub-19

O Energia Basquetebol/FME Cricíúma/ASSOVI faz sua estréia no Campeonato Estadual Sub-19, promovido pela Federação Catarinense de Basketball, neste sábado (05 de junho), às 16h00, no ginásio do Colégio Barão, em Blumenau (SC), contra a APAB/Blumenau.

"Estamos treinando há mais de dois meses, fizemos um planejamento dos treinamentos divididos em duas partes, física e técnica, agora chegou a hora de colocarmos tudo
em prática. A equipe esta pronta e focada para a partida de estréia”, analisa o técnico Chiaretto Costa.

"Estamos com um grupo muito bom,será um dos campeonatos mais equilibrados dos últimos anos, a categoria Sub-19 é a ultima antes do adulto , por isso podemos esperar grandes jogos. Estamos preparados, é a hora de colocarmos em prática tudo que treinamos nos últimos dois meses", analisa o armador Felipe Ranieri, que vai para sua terceira temporada no basquetebol de Criciúma.

"Nossa equipe é forte, mantivemos todos os jogadores do ano passado, nos reforçamos e ainda com um esforço da FME foi viabilizado a vinda do técnico Chiaretto Costa, um treinador experiente, com passagem por times de Liga Nacional Adulta e também pela Seleção Brasileira de base, junto com o técnico Lula Ferreira. A base da nossa equipe é a que foi campeão Brasileira das Olimpíadas Escolares, em 2009, nosso principal objetivo este ano são os Joguinhos Abertos, que serão realizados aqui em Criciúma, no mês de agosto, mas também queremos fazer um bom campeonato estadual e estamos preparados para isso", finaliza o supervisor Renato Santana.

Fonte: Data Basket

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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Flamengo vence e iguala a série

O Flamengo venceu o Universo/BRB/Financeira Brasília, nesta quinta-feira (03 de junho), na HSBC Arena, no Rio de Janeiro, por 94 a 74, e empatou a série final do NBB. A quinta e decisiva partida será no próximo domingo, em Anápolis (GO). O NBB é um campeonato organizado pela Liga Nacional de Basquete (LNB).

A partida contou com um grande público, que assistiu à grande vitória do Flamengo. Entre os expectadores, estava o ala/armador Leandrinho da seleção brasileira e do Phoenix Suns da NBA. O craque brasileiro pode presenciar uma grande atuação da equipe do Flamengo. Enquanto Marcelinho anotou apenas dois pontos, seu irmão Duda foi o cestinha do confronto com 20 pontos. “Hoje foi uma partida atípica para mim.Não estou acostumado a assistir a partida do banco de reservas. Mas foi bom, porque provou a qualidade do nosso grupo. Foi a vitória do conjunto”, afirmou Marcelinho ao final da partida.

Necessitando da vitória, o Flamengo entrou em quadra motivado e bastante determinado. Com uma defesa agressiva o time carioca conseguiu minar os pontos forte do Universo e assim foi logo abrindo vantagem. Com grande atuação do ala/pivô Guilherme Teichmann dentro do garrafão, e do ala Duda nas bolas de três, o atual campeão do NBB abriu 10 pontos de vantagem com apenas quatro minutos jogados. O time de Brasília tinha muitas dificuldades no ataque, graças à forte marcação sobre Alex, Arthur e Guilherme. A menos de três minutos do fim do período, o ala Marcelinho, do Flamengo tomou falta técnica que possibilitou ao Universo diminuir um pouco a vantagem (21 a 14). Uma bola de três pontos de Guilherme no final do primeiro quarto levou a diferença para apenas seis pontos (25 a 19).

O Universo começou o segundo quarto mais disposto, e assim conseguiu diminuir o marcador (27 a 24), equilibrando a partida. O Flamengo não desanimou e com boas atuações do armador Hélio e do ala/pivô Jefferson recuperou boa vantagem no placar (36 a 28). A partir da metade do período o time brasiliense apertou a marcação e conseguiu voltar para o jogo, ficando quatro pontos atrás (36 a 32). Faltando menos de dois minutos para o término do primeiro tempo Jefferson acertou uma bola de três da zona morta e levou sua equipe a liderar o marcador por 40 a 32. O primeiro tempo terminou em 40 a 32 para a equipe carioca. Duda e Teichmann, do Flamengo, foram os cestinhas da primeira etapa com 12 pontos cada. Guilherme foi o principal pontuador do Universo com 10.

O Flamengo voltou melhor do intervalo e logo abriu onze pontos de vantagem (48 a 37). O Universo não conseguia achar uma maneira de parar a equipe carioca que desta forma ampliou a diferença (53 a 40), mesmo tendo seu principal jogador o ala Marcelinho fora de quadra e sem anotar pontos. A pouco mais de cinco minutos para o fim, o técnico Lula Ferreira parou o jogo, mas o tempo técnico não surtiu efeito e o Flamengo manteve os treze pontos de diferença em grande parte do período. Cometendo muitos erros no ataque, o Universo não conseguia encostar no placar. Por sua vez, o time carioca mantinha a agressividade, tomando conta do garrafão. A equipe da capital federal começou a ficar nervosa em quadra. Uma bola de três de Valtinho finalizou o terceiro período de jogo (66 a 56). Fred, armador do Flamengo com oito pontos foi o destaque do quarto.

O quarto final teve início com uma bola de três pontos de Fred. O Flamengo não dava chances aos visitantes, que desperdiçavam bolas bobas. Wagner dominava o garrafão, e Duda continuava com a mão calibrada. Resultado? Dezenove pontos de vantagem (78 a 59) a sete minutos do fim do jogo. O emocional começou a pesar e Alex, do Universo, tomou uma falta antidesportiva. Falta pouco mais de cinco minutos para o final Marcelinho, que havia jogado apenas o primeiro quarto voltou para a partida. Empurrado pela torcida, o Flamengo continuou a mandar na partida e abriu 21 pontos (84 a 63). Sem reação por parte de um desanimado e nervoso Universo o Flamengo fechou a partida em 94 a 74 e empatou a série final do NBB.

“Hoje nós fizemos uma grande partida. Entramos focados, controlamos o jogo o tempo todo e conquistamos uma vitória muito importante”, disse o armador Hélio do Flamengo, autor de 10 pontos e 3 assistências na quarta partida da série.

Se pelos lados do Flamengo tudo ocorreu com perfeição, do lado do Universo ficou a constatação de uma péssima partida. “Perdemos a partida no segundo tempo. Atacamos mal e defendemos mal. O Flamengo foi melhor e mereceu vencer”, afirmou o técnico Lula da equipe brasiliense. O armador Valtinho concorda com o treinador. “O time foi irreconhecível, não marcamos bem e falhamos muito no ataque”.
Fonte: Data Basket
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quarta-feira, 2 de junho de 2010

A história de Kobe Bryant e Derek Fisher

Muito depois que os demais jogadores dos Lakers deixaram o vestiário, Kobe Bryant e Derek Fisher ainda estavam na área de preparação física; os repórteres os viam através de uma parede de vidro, mas os dois não pareciam dispostos a explicar uma severa derrota de playoff aos jornalistas antes de discutirem a situação entre eles.

A reunião pós-jogo estava só começando, disse Fisher.

"Se você atravessou o fogo na companhia de alguém, existe confiança, antes e depois da partida, no ônibus, em trocas de mensagens", ele terminou por dizer depois da derrota do Los Angeles Lakers diante do Phoenix Suns no jogo quatro da decisão da conferência oeste da NBA. "Estamos sempre pensando naquilo de que este time precisa para conquistar um título".

Em uma liga obcecada com astros em final de contrato que precisam considerar se conseguirão coexistir com outros egos avantajados em um mesmo time, é raro haver parcerias esportivas como a que une Bryant e Fisher - um superastro talentoso e ocasionalmente controverso e seu amigo especial em quadra, a quem Bryant chama carinhosamente de Fish.

Depois de marcarem, somados, 52 pontos e 13 assistência na vitória dos Lakers no jogo cinco, na última quinta-feira, Bryant e Fisher garantiram ao time no sábado a chance de disputar o que pode se tornar o quinto título para ambos.

Em sua 11ª temporada juntos - uma série interrompida pelos três anos que Fisher passou fora de Los Angeles -, o armador Fisher se tornou uma autoridade no time, e é o único colega que conta com a confiança completa de Bryant e tem o direito a falar alto quando necessário.

"Nós já encaramos diversos aspectos da vida juntos", disse Bryant. "Ele sempre foi um cara firme, um amigo que é quase um irmão".

Fisher completará 36 anos em setembro, e portanto é um irmão mais velho - quatro anos e 14 dias mais velho- -, mas também começou nos Lakers em 1996, o ano em que Bryant chegou à NBA, vindo diretamente do segundo grau.

"Começou em um torneio de verão em Long Beach", disse Bryant. "Jogávamos juntos no verão, trabalhando por longas horas, e durante a temporada, porque não entrávamos em muitas partidas, tínhamos de chegar mais cedo para os treinos e jogávamos um contra um".

Fisher, um armador corpulento e de 1,85 metro de altura, formado pela Universidade do Arkansas, sempre enfrentou Bryant de igual para igual. Os dois se atracavam na quadra, resmungavam juntos fora dela sobre a falta de oportunidades e por fim se transformaram em uma dupla firme na armação dos Lakers.

"Kobe confia mais nele do que em qualquer outro colega, é visível", disse Steve Kerr, presidente de operações de basquete dos Suns, que compreende as complexidades e riscos do relacionamento entre os dois armadores de um time, e como é difícil conviver com uma personalidade imperiosa em quadra.

Nos anos 90, em Chicago, Kerr substituiu John Paxson no papel de armador arremessador. Nos oito anos em que tinham jogado juntos, Michael Jordan desenvolveu apreço tão grande por Paxson que fez um apelo pessoal à direção do Chicago Bulls em 1991 para que o mantivesse no time. Logo depois, Paxson retribuiu o gesto e confirmou que merecia essa confiança ao marcar a cesta de três pontos que deu aos Bulls a vitória contra os Suns e o primeiro título de seu primeiro tricampeonato. "O perfeito profissional", foi como Jordan definiu o companheiro naquela noite.

Quando Kerr foi contratado pelo Bulls, em 1993, Jordan havia deixado o time temporariamente para jogar beisebol; voltou em 1995, antes dos playoffs, mas os Bulls perderam na segunda rodada. Jordan, de acordo com Kerr, "voltou frenético" na pré-temporada seguinte, criticando os colegas e dando cotoveladas nos demais jogadores durante os treinos.

Kerr se ofendeu em um momento como esse, rebateu os insultos e acabou levando um soco no rosto. ¿Provavelmente não era a coisa mais inteligente a fazer", disse. "Mas acho que, por fim, ele me respeitou mais porque não cedi a ele".

E Kerr não está falando da boca para fora. Na final de 1997, contra o Utah Jazz, o placar estava empatado no jogo seis; em passe de Jordan, Kerr marcou a cesta da vitória e do título; depois do jogo, Jordan disse que o colega havia "conquistado seu brevê".

Mas se Kerr, como Paxson, conquistou a completa confiança de Jordan, nenhum dos dois desenvolveu com o astro um relacionamento semelhante ao que existe entre Bryant e Fisher, diz Phil Jackson, que treinou todos eles.

"Havia algumas semelhanças entre Michael e Pax, mas com Fish e Kobe a profundidade é maior, como o sentimento, por causa de tudo que eles viveram", diz Jackson.

Para começar, Jordan jamais teve de dividir a condição de astro da equipe, ou aceitar uma posição coadjuvante, como aconteceu com Bryant nos três títulos que venceu para os Lakers em companhia de Shaquille O'Neal. Bryant não aceitava muito bem a situação, e disse a Jackson bem cedo na carreira que achava estar pronto para ser o capitão do time. "Mas o resto do pessoal não está pronto para ser comandado por você", o técnico respondeu.

A maioria dos colegas, de fato, considerava Bryant arrogante. Para Fisher, ele era apenas jovem e mal compreendido.

Depois de rir quando perguntei se Bryant inicialmente o via como mentor, Fisher explicou: "Kobe sempre sentiu que todo mundo estava atrapalhando; ele tinha metas, e queria que as pessoas escolhessem entre segui-lo ou não. Desde o começo ele sabia o que queria em sua carreira e como chegar lá, e como se esforçaria para tanto. Foi algo que percebi cedo, e por isso gosto tanto dele".

Ele acrescentou: "Por outro lado, à medida que amadurecemos, creio que ele aprendeu a respeitar meu esforço para continuar jogando em alto nível".

Apesar do talento, faltavam a Bryant a perspectiva e compaixão de Fisher, que tinha a capacidade de comunicação necessária a superar as disputas entre Bryant e O'Neal. Em 2003, quando Bryant foi acusado de agressão sexual no Colorado, Fisher sempre o defendeu.

Mesmo assim, trocou os Lakers pelo Golden State Warriors, um ano depois, porque o time estava caótico, Jackson decidiu se afastar e Bryant mesmo não decidira se permaneceria.

"Mas nós continuamos conversando depois que ele saiu", disse Bryant. "Sempre ao telefone, especialmente na época do problema de sua filha; na verdade, logo antes daquele jogo em Utah".

Em 2007, Tatum, a filha de Fisher, então com 11 meses de idade, teve diagnosticado um raro câncer ocular. Depois de uma cirurgia de emergência em Nova York, Fisher voou para Utah em tempo de participar de um jogo de playoff do Utah Jazz que já tinha começado.

Ele fez a cesta da vitória na prorrogação, e Bryant, que assistia à partida em Los Angeles, sentiu que "precisávamos dele de volta".

Os arremessos de Fisher estavam fazendo falta aos Lakers, e Bryant queria no time o seu melhor amigo e um jogador que sempre o compreendeu. Ele pressionou pela contratação de Fisher quando Utah o liberou para procurar tratamento para sua filha em uma cidade maior.

A volta de Fisher aos Lakers, em 2007, coincidiu com a recuperação na reputação de Bryant.

E, no último ano, os dois voltaram a conquistar um título, o mais desejado de Bryant - seu primeiro sem O'Neal. Um ponto alto da trajetória foram os momentos de brilho de Fisher, como duas cestas de três pontos -uma a 4,6 segundos do final do jogo contra o Orlando Magic, levando o Lakers à prorrogação, e a segunda dando a vitória ao time, que ficou em vantagem nas finais por três vitórias a um.

Os passes para as suas cestas vieram de Bryant - momentos dramáticos mas sem exageros hollywoodianos. O contrato de Fisher se encerra ao final da temporada, mas Bryant quer que ele fique e acredita que os dois continuarão em quadra juntos por muito tempo.

"Temos muitas histórias, cara", diz. "Coisas que vamos querer contar na aposentadoria, e que nos unirão para sempre".

Fonte: http://esportes.terra.com.br
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terça-feira, 1 de junho de 2010

Melhores do NBB: Armadores

Comandante da equipe, dentro da quadra, o armador é o principal responsável por organizar as jogadas ofensivas e dar opções para que seus jogadores possam pontuar. Um armador inteligente sabe ler o jogo e identificar o momento certo para chamar a jogada ideal. Além disso, deve saber controlar a partida e mostrar frieza nos momentos decisivos. Se no futebol um bom time começa por um grande goleiro, no basquete um time dificilmente terá sucesso sem um competente armador.

Nesta temporada, os três armadores que mais se destacaram foram: Larry (Bauru), Valtinho (Universo) e Fulvio (São José).

O norte-americano Larry foi peça fundamental para levar o GRSA/Itabom/Bauru a mais um playoff do NBB. Oitava colocada na classificação geral, a equipe paulista foi eliminada pelo Universo na fase decisiva. Um dos jogadores mais habilidosos da liga, o camisa número 8 foi o líder da equipe em pontos e assistências, com médias de 16,79 pontos e 5,33 assistências (terceiro melhor da liga). Larry foi eleito o melhor armador da primeira temporada do NBB.



Homem de segurança do técnico Lula Ferreira, principalmente nos momentos de decisão, Valtinho foi um dos responsáveis por ajudar o Universo/BRB/Financeira Brasília a obter a melhor campanha do NBB, com 21 vitórias e apenas cinco derrotas. O armador foi o quinto do NBB nas assistências com 5,03 por jogo, além de manter média de 11,03 pontos por partida. Valtinho é nome constante em todas as listas de melhores jogadores do basquete nacional.


Fúlvio foi o líder do São José/Unimed/Vinac nesta temporada do NBB. A equipe do interior de São Paulo conquistou a sétima colocação na fase de classificação com 13 vitórias e 13 derrotas, sendo derrotada pelo Flamengo por 3 a 0 na primeira fase dos playoffs. O atleta de 28 anos foi o cestinha da equipe no campeonato com média de 13,94 pontos e ainda teve grande destaque nas assistências, com média de 8 por partida, sendo o segundo melhor de toda a liga nesse fundamento.

Fonte: www.databasket.com.br
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Começa o Sulamericano Sub 15 no Círculo Militar do Paraná

O 4o Sul-americano de Basquete no Círculo Militar do Paraná começou nesta terça-feira (1o de junho), com a realização de seis jogos:

Minas Tênis Clube (MG) 40 x 52 Grêmio Náutico União (RS)
Círculo Militar/Dom Bosco/Dix Saúde (PR) 68 x 31 Lance Livre (DF)
Sociedade Thalia (PR) 28 x 63 Fluminense FC
AABJ/Joinville (SC) 56 x 29 Iate Clube (ES)
Siglo XXI (Argentina) 22 x 35 Grêmio Náutico União (RS)
Círculo Militar/Dom Bosco/Dix Saúde (PR) 86 x 29 Manquehue (Chile)

O torneio é disputado na categoria sub-15 e reúne equipes do Brasil, Argentina e Chile.
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Endividado, ex-jogador da NBA coloca anel de campeão à venda

Campeão da NBA em 2006 vestindo a camisa do Miami Heat, o ala Antoine Walker anunciou que colocou à venda seu anel alusivo ao título com o intuito de sanar suas dívidas, que são estimadas em US$ 12,7 milhões.

De acordo com informações, a lista dos bens do jogador - atualmente no Guaynabo Mets, de Porto Rico - não ultrapassaria a marca de US$ 4,3 milhões.

A situação econômica crítica de Walker se junta a outras polêmicas que o atleta acumula em sua carreira, como ser acusado de passar cheques sem fundos a cassinos de Las Vegas, dirigir embriagado e se recusar a realizar o teste do bafômetro, entre outros.

Não é a primeira vez que um ex-campeão da liga decide abdicar de seus anéis. Ano passado, Randy Brown (integrante do tricampeonato do Chicago Bulls, liderado pelo astro Michael Jordan), se desfez de suas suadas conquistas para deixar sua poupança mais polpuda. Na ocasião, Brown chegou a adquirir mais de US$ 50 mil.

Além da franquia da Flórida, Walker, 33 anos, que foi escolhido em três oportunidades para disputar o All-Star Game, passou também pelos tradicionais Boston Celtics, Dallas Mavericks e Atlanta Hawks.

Fonte: http://esportes.terra.com.br
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